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terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Sonho de John Wesley




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John Wesley, fundador da Igreja Metodista, teve um sonho
que seria algo mais ou menos assim:

Ele sonhou que um anjo de Deus o levou à porta do inferno.
Lá estava o tinhoso, o príncipe das trevas que o recebeu
muito bem e lhe disse:

- Pois não?
O que o senhor deseja?

E John Wesley, falando ao anjo infernal, perguntou-lhe:
Olha, eu gostaria de saber que tipo de pessoas vêm
para o inferno?

E o diabo respondeu:
Como assim, que tipo de pessoa?
E John Wesley perguntou:
Eu gostaria de saber se têm católicos aí, no inferno?

Então, o diabo disse a Wesley:
Oh, mas tem muitos católicos, apostólicos, romanos aqui
no inferno!

John Wesley, ao ouvir a resposta, bateu na palma da mão e disse:
Eu sabia!
Eu sabia que os católicos viriam para o inferno!

Ele perguntou:
Qual o outro tipo de gente, que outra religião tem aí?
Respondeu o diabo:
Ah, aqui está cheio de crentes, tá cheio de crentes!!

Sentindo uma dor de cabeça, John Wesley perguntou: -
Crentes no inferno?!?

E o diabo disse: Sim, está cheio de crentes aqui dentro,
inclusive, muiiiitos calvinistas, luteranos e wesleyanos!

Heieeiiiinnnnnn, wesleyanos????? Não!!!! Não pode ser!!!!
Preocupado, John Wesley perguntou:

Tem budista aí dentro?
E o diabo disse:
Está cheio. E espíritas? Tem espíritas?
Tem muitos espíritas aqui dentro!

John Wesley foi perguntando de todas as religiões orientais
e satanás, sempre, respondia:
Está cheio.
O inferno está cheio desses religiosos!

John Wesley já estava a ponto de desmaiar
quando veio o anjo de Deus, passou por ele,
tomou-lhe em seus braços,
retirou-o da porta do inferno e foi voando com ele
até a porta do céu.

Ali, John foi recebido por outro anjo de Deus.
Então, John Wesley perguntou ao anjo:

Anjo do senhor, pelo amor de Deus, responda-me!
Eu preciso saber que tipo de pessoas vem para o céu.

Quem, afinal, vem para o Céu?
E o anjo respondeu:
Eu não entendi a sua pergunta.
E John Wesley foi mais objetivo:

- Aí, no céu tem católicos, apostólicos, romanos?
E o anjo lhe respondeu:
Nunca entrou nenhum!
John Wesley sentiu o coração disparar, perguntou:

No céu, tem batistas, presbiterianos, assembleianos,
metodistas?
E o anjo respondeu:

Nunca entrou nenhuma dessas igrejas aqui!
Aqui não é lugar de denominações evangélicas.
Aqui não é lugar de religiosos, fundadores de religião, i
grejas.... Não!!!!!

E John Wesley continuou perguntando:
E aí dentro, tem espíritas? Não!!
Tem budista? Não!
Tem calvinistas e Luteranos? Não!!!!!
E Wesleyanos, meu povo? Não!!!!!
Aqui não é lugar de wesleyano, Wesley,
profundamente aflito, desesperado, perguntou:

Anjo do Senhor, me responda, por favor!
Que tipo de povo encontra-se ai dentro do Céu?

E o anjo respondeu:
Até que enfim, Wesley, fizeste-me
uma sábia pergunta:

Aqui dentro existem Pecadores, Wesley.
Pecadores, entendeu? Heeeeinnnnn!!!

Naquele momento, a cabeça de John ficou confusa:
Pecadores? Pecadores entrando no céu?

E o anjo lhe respondeu com a maior candura, com a maior simplicidade:
Sim, pecadores comprados, resgatados,
lavados e remidos no sangue de Jesus Cristo,
o Filho de Deus.

Confirmando a palavra de John Wesley,
o Apóstolo João, na Ilha de Patmos, viu uma multidão
vestida de branco e, ao contrário do diálogo
entre Wesley e o Anjo, quando quem perguntava
era Wesley, um anjo do Senhor dirigiu-se a
Wesley e perguntou-lhe:

João, quem são estes vestidos de branco e de onde vieram?
E João, o Apóstolo, disse ao anjo:
Senhor, tu sabes!
E o anjo disse:
Estes são os que lavaram e branquearam os seus vestidos
no sangue do Cordeiro.

sábado, 3 de outubro de 2009

Mulher diz estar 'possuída' e mata dois filhos em Maceió

MACEIÓ - Arlene Régis dos Santos, de 35 anos, foi presa nesta terça-feira, 29, acusada de assassinar dois dos seus três filhos, em Maceió. Segundo a polícia, Arlene teria estrangulado o filho de 7 anos e matado a facadas o de 11 anos, após um "ritual macabro". A mãe disse ao delegado Antônio Carlos Lessa, que estava "possuída por uma entidade quando matou os filhos".

As crianças foram mortas por volta das 3 horas da madrugada, em uma residência de classe média, nas imediações do Aeroclube de Maceió. A mãe das crianças foi presa pela polícia ainda na cena do crime, após uma denúncia feita pelos vizinhos. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram tudo revirado, velas acesas ao lado de fotos das crianças, e Arlene ao lado da cama onde asfixiou e esfaqueou os filhos.

O terceiro filho, de 14 anos, também seria assassinado, mas conseguiu fugir. "O mais velho disse que os três dormiam em um quarto, mas na noite de ontem Arlene teria insistido para que os dois menores dormissem no quarto do casal, que enfrentava mais uma crise no relacionamento, resultando na ida do pai para a residência da família", contou o delegado.

Antônio Carlos Lessa disse ainda que a mãe das crianças precisou de atendimento médico dentro da delegacia, porque estava muito agitada. "Tivemos que chamar uma unidade do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) para que medicasse ela, que estava completamente tresloucada", afirmou. Quando ficou mais calma, Arlene contou que havia recebido uma "entidade e esta entidade dizia a ela que vinha buscar seus filhos".

De acordo com Lessa, na delegacia, Arlene contou que essa tal "entidade que a possuía" queria vingar-se dela, porque ela tinha deixado o candomblé e passou a frequentar a Igreja Universal do Reino de Deus. "Ela preparou todo um ritual macabro e disse que dançava, na frente das velas e das fotos dos filhos, que seriam sacrificados a pedido dessa tal 'entidade'", contou o delegado.

Depois desse ritual, Arlene teria ido ao quarto onde os filhos dormiam e usado um pano para asfixiar o menino mais novo, que morreu sem esboçar reação. Já o garoto de 11 anos teria tentado se desvencilhar da mãe durante a asfixia e foi esfaqueado várias vezes, no peito e no pescoço. O filho mais velho ainda chegou a ser ferido de raspão, mas conseguiu fugir e buscar ajuda dos vizinhos.

O crime revoltou familiares, amigos e vizinhos, que ficaram chocados com a tragédia. O pai das crianças, Abelardo Pedro Nobre Júnior, é proprietário de um cursinho preparatório para vestibular e concursos, e também já foi candidato a deputado estadual em Alagoas. Nesta manhã ele estava no Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima, a espera da liberação dos corpos dos filhos, mas não quis falar sobre a tragédia.

O avô das crianças disse à imprensa que Arlene sempre foi uma pessoa instável e que estaria envolvida com candomblé. Ainda segundo o sogro, o relacionamento do casal era tumultuado e marcado pelos rompantes da mulher. Depois de prestar depoimento à polícia, Arlene foi levada para uma cela da Delegacia de Plantão II, em Salvador Lyra. Ela foi autuada em flagrante por duplo homicídio e tentativa de assassinato.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O Buraco Negro



I Timóteo 6:

7 Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.

8 Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.

9 Mas os que querem ser ricos caem em tentaçäo, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdiçäo e ruína.

10 Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

11 Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidäo.


Veja:
www.ganancia.com.br

sábado, 19 de setembro de 2009

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares seus com raro rigor

O que foi que eles fizeram?

Reinaldo Azevedo

Na noite de ontem, o Diretório Nacional do PT decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram seus direitos políticos suspensos por um ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. É possível que Bassuma, nessas condições, não consiga nem mesmo se candidatar à reeleição. Uau! Será que este partido está, finalmente, se emendando? Afinal, o que ambos fizeram? Abaixo, segue um diálogo imaginário com um leitor otimista. Ele pergunta (em negrito) e eu respondo.

Será, Reinaldo, que eles foram pegar dinheiro de Marcos Valério no Banco Rural?
— Besteira! Isso é permitido. Não dá punição.

— Então usaram recursos “não contabilizados” de campanha. Acertei?
— Bobagem! Isso é do jogo. Como você sabe, a campanha de Lula foi paga em moeda estrangeira, no exterior, com dinheiro de origem desconhecida.

— Já sei! Então integraram algum grupo de aloprados para fazer um dossiê falso contra adversários! Na mosca?
— Claro que não! Integrar grupo de aloprados é coisa tão importante, que todos aqueles que participaram daquela aventura eram do entorno do próprio presidente Lula. É coisa para gente graduada.

— Ah, então vamos ver: usaram, sei lá, a estrutura de um ministério, da Casa Civil por exemplo, para fazer outro dossiê contra adversários do governo.
— Errado! Quem faz isso acaba sendo considerado candidato natural à Presidência da República. Isso rende promoção no PT, jamais punição.

— Ah, então vai ver eles violaram o sigilo bancário de um caseiro. Coisa feia!
— Tolice. Isso não tem importância. Quem dá bola para caseiro?

Que diabo, então, fizeram esses dois para que toda a cúpula petista, sem exceção, decidisse ser tão severa? Bem, eles resolveram tornar pública a sua posição contrária à descriminação do aborto. Vocês entenderam direito e não precisam ler de novo. Alguns pecadilhos, no PT, como os listados acima, não têm grande importância. Mas defender o direito de um feto à vida, a depender de como seja feito, é incompatível com a ética petista. Eu já desconfiava que fosse assim. De fato, não sei o que ambos fazem no PT sendo o partido tão escancaradamente favorável à descriminação do aborto.

Como a gente nota, no PT, os que cometeram todos aqueles crimes, merecem uma segunda chance. Mas o feto não merece a única chance que tem. É a forma que a esquerda tem de ser humanista, de ser progressista. A direção recomendou ainda que Afonso não seja reconduzido à Comissão de Seguridade Social e da Família na Câmara dos Deputados. Só pode pertencer a uma comissão de família quem é favorável à morte dos fetos, entenderam?

É o PT aplicando o seu Código de Ética. Ele comporta, por exemplo, Ideli Salvatti a defender Sarney com todos os “esses” e “erres”, mas não parlamentares que participam de uma marcha contra o aborto. Vejam que engaçado: a tal manifestação, sabe-se, teve o apoio de uma ONG que conseguiu dinheiro público para a sua realização etc — vocês conhecem aquela rotina típica de petistas e ONGs. Pô, aí já é demais, não é? Dinheiro público bem utilizado é aquele que financia marchas em defesa do aborto.

Um dia essa gente há de encontrar o lugar certo na história. Que seja logo!

Grupos pró-aborto em silêncio depois do assassinato de ativista pró-vida

OWOSSO, Michigan, EUA, 11 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Em contraste com a condenação rápida divulgada por todos os grandes grupos pró-vida dos Estados Unidos nas horas depois do assassinato de George Tiller, médico que fazia abortos de bebês nas últimas semanas de gestação, um silêncio ensurdecedor de praticamente todos os grupos pró-aborto dos EUA está acompanhando as horas dos sussurros dos meios de comunicação nacionais depois do assassinato a tiros de Jim Pouillon, ativista pró-vida de Michigan, na manhã de sexta-feira. As únicas declarações dos grupos pró-aborto até o momento foram dadas pela filial local de Michigan da Federação de Planejamento Familiar, e do site abortista RHrealitycheck.org.

Pouillon, de 63 anos, foi assassinado com vários tiros às 7h20min enquanto estava com um cartaz pró-vida do lado de fora da Escola Secundária Owosso. A polícia acusou Harland James Drake, de 33 anos e residente de Owosso, pelo assassinato de primeiro grau de Pouillon na sexta-feira, bem como pelo assassinato de primeiro grau do dono de uma cascalhadeira local, Mike Fuoss, de 61 anos, assassinado mais cedo no mesmo dia.

Os promotores disseram que Drake lhes disse que ele tinha Pouillon como alvo por causa da atividade pró-vida dele.

Embora a morte de Pouillon tenha virado manchete nos veículos de notícias mais importantes, as principais organizações pró-aborto nacionais, inclusive a Federação Nacional de Planejamento Familiar, a NARAL, a Organização Nacional de Mulheres e a Federação Nacional de Aborto não divulgaram nenhuma resposta ao assassinato até as 4h45min da sexta.

A única exceção é RHrealitycheck.org, site de notícias e comentários pró-aborto, onde a colunista Jodi Jacobson escreveu: “Qualquer que seja o motivo por trás do assassinato do Sr. Pouillon e qualquer que sejam suas experiências pessoais no movimento anti-escolha, o site RH Reality Check deplora o uso da violência como ferramenta nos debates acerca dos direitos e saúde das mulheres, em qualquer forma e contra qualquer pessoa. Estendemos nossos pensamentos e desejos de cura à família e amigos do Sr. Pouillon”.

Na seção de comentários do artigo sobre o assassinato, Amie Newman, redatora geral do site RH Reality Check, comentou: “Independente das perspectivas políticas, ativismo ou histórico policial do Sr. Pouillon, não há desculpa para seu assassinato. Contudo, como o comentarista anterior disse, não há evidência apoiando a conclusão de que seu assassinato — ou o assassinato do outro homem — tenha motivação política. O site RH Reality Check, como observa Jodi, condena o uso da violência e isso é certamente uma tragédia”.

Além disso, Lori Lamerand, a presidente e diretora-executiva da filial da Federação de Planejamento Familiar em Michigan, disse para os meios de comunicação locais que a Federação de Planejamento Familiar “jamais desculparia qualquer tipo de violência contra alguém, independente de suas opiniões”.

“Certamente fazemos tudo o que podemos para garantir a segurança de nossos clientes, e se formos chamados, obviamente cooperaríamos com qualquer investigação com a polícia”, disse Lamerand. “Estou ciente de que ele protestava em nossas clínicas no passado, mas não tive nenhum contato pessoal com ele e não o conheci pessoalmente”.

No entanto, minutos depois da divulgação das notícias de que George Tiller, o médico aborteiro que abortava bebês nas últimas semanas de gestação em Wichita, foi assassinado a tiros num domingo de manhã enquanto estava trabalhando como diácono em sua igreja luterana, dezenas de organizações e líderes pró-vida nacionais de forma imediata e abundante condenaram a violência.

Operação Resgate, que havia liderado protestos pacíficos contra o negócio de aborto de Tiller por vários anos, estava entre os primeiros a denunciar o “vigilantismo e o ato covarde que ocorreu nesta manhã”, acrescentando que eles estavam oferecendo orações pela família de Tiller.

Pouillon era amigo e membro ativo de Operação Resgate.

fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

domingo, 30 de agosto de 2009

A profissão de psicólogos e a homossexualidade: lunáticos dirigindo o asilo?

— Um homem vai até um psicólogo com um problema. “Doutor”, diz ele, “estou sofrendo terrivelmente. Sinto-me como uma mulher aprisionada no corpo de um homem. Quero me tornar uma mulher”.

O psicólogo responde: “Não há problema. Podemos discutir esta idéia por dois anos, e se você ainda estiver convicto de que quer ser mulher, podemos arrumar um cirurgião para remover seu pênis, lhe dar hormônios para aumentar-lhe o peito e fazer outras mudanças em seu corpo. Problema resolvido”.

Satisfeito, o primeiro paciente se vai, seguido pelo segundo. “Doutor”, diz ele, “sinto-me horrível. Sou homem, mas me sinto atraído por outros homens. Quero mudar minha preferência sexual. Quero me tornar heterossexual”. O psicólogo responde: “Oh, não. Absolutamente, não! Isso seria antiético. A orientação sexual é uma característica imutável!”

A ironia dessa estória é que, embora seja piada, é na realidade uma descrição acurada da profissão de saúde mental hoje. Ainda que repudiem e condenem a terapia reparativa para a orientação homossexual, a maioria dos psiquiatras e psicólogos da América do Norte adotou o conceito de “mudança de sexo”, um procedimento que não faz nada mais do que mutilar o paciente para tranqüilizar-lhe a mente confusa.

A Associação Americana de Psicologia perpetua a insanidade

Em sua declaração mais recente sobre o assunto, a Associação Americana de Psicologia (AAP) abrandou um pouco seu tom contra os psicólogos que fazem terapia de reorientação para homossexuais. Contudo, a AAP afirma: “Ao contrário das alegações dos defensores e profissionais da mudança da orientação sexual, há evidências insuficientes para apoiar o uso de intervenções psicológicas para mudar a orientação sexual”.

A recusa da AAP de aceitar as evidências cada vez mais fortes contra sua posição é outro lembrete de que o sofisma do hedonismo sexual se tornou muito enraizado entre os líderes da AAP.

Em anos recentes, muitos estudos revisados por especialistas foram publicados em revistas de psicologia, indicando que um número significativo de pacientes que voluntariamente participam de terapia para mudar sua orientação sexual experimenta êxito e fica feliz com os resultados. Junto com os numerosos testemunhos individuais de ex-homossexuais, as evidências em favor da reorientação são impressionantes.

No entanto, em seu relatório recente “Appropriate Therapeutic Responses to Sexual Orientation” (Respostas Adequadas à Orientação Sexual), a liderança da AAP declara que dá para se repudiar todos esses estudos, em suas palavras: “Nenhuma das pesquisas recentes (1999-2007) preenche os padrões metodológicos que permitem conclusões com relação à eficácia ou segurança”.

O relatório, pois, convenientemente descarta os estudos mais recentes sobre o assunto — os estudos que minam a posição da AAP. Os únicos estudos que permanecem são os que foram feitos antes do ressurgimento do movimento da terapia reparativa, na década de 1970, quando a AAP declarou que a orientação homossexual e a sodomia afinal não eram realmente prejudiciais à saúde. As novas pesquisas foram rejeitadas em favor de pesquisas que agora têm mais de 30 anos, aplicadas a práticas terapêuticas que podem nem mais estar em uso.

Entretanto, os autores de Essential Psychotherapy and its Treatment (Psicoterapia Essencial e seu Tratamento), um texto padrão nas faculdades de medicina, discordam da liderança da AAP, e dizem que os estudos mais recentes justificam a terapia de reorientação sexual.

A edição mais recente (2009) observa na página 488: “Embora muitas associações profissionais e provedores de assistência de saúde mental tenham expressado ceticismo considerável de que é possível mudar a orientação sexual com psicoterapia e também presumiam que as tentativas de reorientação produziriam prejuízo, recentes evidências empíricas demonstram que realmente dá para se mudar terapeuticamente a orientação homossexual em clientes motivados, e que as terapias de reorientação não produzem danos emocionais quando tentadas (isto é, Byrd & Nicolosi, 2002; Byrd et al., 2008; Shaeffer et al., 1999; Spitzer, 2003)”.

O relatório mais recente da AAP, feito por uma força tarefa composta de psicólogos com longos históricos de ativismo homossexualista, também afirma como “fatos científicos” que “as atrações, conduta e orientações de mesmo sexo em si são variações normais e positivas da sexualidade humana — em outras palavras, elas não são indicadores de desordens mentais ou desenvolvimentais” e “nenhum estudo ou pesquisa revisada por especialistas apóia teorias atribuindo orientação sexual de mesmo sexo à disfunção ou trauma familiar”.

Essas declarações inacreditáveis contrariam frontalmente mais de um século de estudos científicos revisados por outros especialistas e observações clínicas que indicam que boa parte da conduta homossexual tem origem em relacionamentos familiares deficientes e é associada a uma ampla variedade de doenças e condutas patológicas.

Estudos têm mostrado que os homossexuais desproporcionalmente vêm de famílias em que filhos ou filhas têm falta de um relacionamento saudável com um ou ambos de seus pais, ou em situações em que o homossexual foi vítima de abuso sexual infantil por parte de um adulto homossexual.

A conduta homossexual é também estatisticamente associada a muitas doenças, desordens e condutas patológicas, inclusive doenças venéreas e outras, promiscuidade e relacionamentos instáveis, desordens de ansiedade, depressão e suicídio, alcoolismo e uso de drogas, violência doméstica, pederastia e morte prematura.

Até mesmo a Associação Médica Gay e Lésbica admite que os homossexuais sofrem índices desproporcionais de doenças e condutas autodestrutivas.

Embora a liderança homossexualista na AAP tente arrumar desculpas para esses relacionamentos afirmando que são provocados por estigma social e outros fatores, as alegações deles soam ocas. Muitos grupos estigmatizados existem na sociedade que não exibem nenhuma das tendências patológicas dos homossexuais, e essas tendências aparecem até mesmo em países que toleram bastante a conduta homossexual, como a Holanda.

Homossexualismo como defensiva

A própria existência do relatório, porém, é evidência de que a elite homossexualista atualmente no poder na AAP está na defensiva, e está buscando preservar sua ideologia de permissividade sexual como paradigma na classe de psicologia.

Depois de se render à cultura hedonista na década 1970 e 80, a profissão dos psicólogos dos EUA se transformou num meio para os pacientes desculparem e se reconciliarem com condutas autodestrutivas, irracionais e narcisistas, pagando a um “especialista” para aliviar-lhes a consciência lhes assegurando que a “ciência” está do lado deles.

Contudo, um número crescente de profissionais de saúde mental cujas instituições lhes foram roubadas por ativistas políticos na década de 1970 estão agora se levantando para pegar de volta sua profissão no nome da verdadeira ciência e saúde dos pacientes.

O Dr. Robert Perloff, ex-presidente da AAP, deu apoio público à Organização para a Pesquisa e Tratamento da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), a maior organização americana dedicada ao tratamento de atrações homossexuais indesejadas, e denunciou a campanha da AAP contra tal tratamento.

“A ideologia daqueles que se opõem aos esforços para tentar facilitar transferências da AMS — isto é, Atração de Mesmo Sexo — para a atração heterossexual não deve permanecer no caminho daqueles indivíduos homossexuais que desejam viver suas vidas heterossexualmente, uma escolha que indiscutivelmente é eles que têm de fazer”, disse ele numa declaração filmada mostrada na reunião anual da NARTH em 2008.

O Dr. Robert Spitzer, que foi chamado o “arquiteto” da normalização da homossexualidade na Associação Americana de Psiquiatria na década de 1970, provocou revolta da elite homossexualista quando confessou em 2001 que sua própria investigação o havia convencido de que a terapia de reorientação sexual pode funcionar.

Seu estudo, publicado nos Archives of Mental Health (Arquivos de Saúde Mental, uma publicação revisada por especialistas) em 2003, constatou que a maioria de sua amostra de 247 pessoas havia desenvolvido desejos heterossexuais ou havia cessado de serem predominantemente homossexuais depois de apenas um ano de terapia. Nenhum paciente disse que foi prejudicado no processo.

Depois de apresentar seu estudo diante da Associação Americana de Psiquiatria em 2001, Spitzer disse: “Estou convencido, a partir das pessoas a quem entrevistei… muitas delas… fizeram mudanças substanciais para se tornarem heterossexuais. Comecei este estudo cético. Agora afirmo que dá para se aceitar essas mudanças”.

Outras personalidades proeminentes da psiquiatria e psicologia também levantaram a voz em protesto, inclusive o Dr. Jeffrey Satinover, psiquiatra e físico que testificou diante do Congresso em favor da terapia reparativa, e denunciou em seu livro “Trojan Couch” (O Divã de Tróia) que as profissões de saúde mental foram seqüestradas pelos ideólogos homossexualistas.

“Alguns de meus colegas psiquiatras e psicólogos teceram para si mesmos seu próprio conjunto de vestes ilusórias de autoridade, e durante os 35 anos passados vêm publicamente proclamando doutrinas que dependem da autoridade que decorre da crença do público de que essas vestes existem” disse Satinover numa entrevista recente.

“A mudança de diagnóstico removeu em 1973 a homossexualidade como desordem formal do Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Mentais (MDM), uma mudança que muitos agora aceitam como simplesmente inquestionável apesar do fato de que foi baseada totalmente em ficção”, acrescentou ele.

“A questão não é somente a homossexualidade”, disse Satinover, “mas em vez disso, ser livre de todas as restrições sexuais. Por milhares de anos, essa tem sido uma questão para a civilização… Hoje temos tão poucos limites morais que estamos de fato num total mar de confusão. Estamos sendo engolidos por ondas de descontrolados instintos comportamentais que estão todos sendo rotulados de ‘normais’ porque ninguém mais tem juízo para reconhecer o que é certo e o que é errado”.

Para onde a psicologia está nos levando?

O debate sobre a terapia reparativa para a homossexualidade é muito mais profundo do que a questão em si. Comprovadamente, é um debate sobre o futuro das profissões de psicologia.

Embora haja sinais de que um número crescente de especialistas de saúde mental esteja dando uma olhada honesta nos fatos com relação à conduta homossexual e à terapia de orientação sexual, há outros sinais que prognosticam um futuro ainda mais sombrio para a profissão.

Em 1998, a AAP divulgou um estudo de três pesquisadores de psicologia da Universidade Temple, da Universidade da Pensilvânia e da Universidade de Michigan, afirmando que o “potencial negativo” do sexo adulto com crianças é “exagerado” e que “a vasta maioria dos homens e das mulheres não relataram nenhum efeito sexual negativo de suas experiências de abuso sexual”. O estudo chegou a afirmar que um grande número das vítimas relatou que suas experiências foram “positivas”, e sugeriu que a frase “abuso sexual infantil” fosse substituída por “sexo entre adultos e crianças”.

A AAP não só aprovou o estudo por meio de seu processo que passa pela revisão de outros especialistas, onde foi aprovado por muitos psicólogos associados à AAP, mas chegou a publicá-lo numa de suas revistas, a Psychological Bulletin. Além disso, quando a Dra. Laura Schlessinger, apresentadora de programa de rádio, e vários grupos pró-família levantaram objeções, a AAP defendeu o artigo por um ano inteiro. Quem também o defendeu foi a Associação Americana para o Avanço da Ciência, que friamente declarou que “não viu nenhuma evidência clara de aplicação indevida de metodologia ou outras práticas questionáveis por parte dos autores do artigo”.

Embora a óbvia insanidade e destrutividade do conteúdo tivessem que ter impedido a AAP de publicar o artigo em primeiro lugar, os libertinos sexuais que dão as ordens na AAP só divulgaram uma retratação silenciosa depois que o Congresso dos EUA entrou na briga, aprovando uma resolução sem precedentes condenando o estudo.

A publicação do estudo foi apenas um exemplo da insanidade perpetrada por profissionais de saúde mental em revistas revisadas por especialistas. Um dos três autores do estudo, Robert Bauserman, é conhecido por ter publicado no passado “estudos” em defesa da pedofilia, inclusive um estudo na hoje extinta revista Paidika, a Revista da Pedofilia, cujos editores confessaram ser pedófilos.

Desde o artigo de 1998, Bauserman e seu colega autor Bruce Rind continuaram a escrever mais artigos defendendo o abuso sexual infantil. Seus artigos apareceram em tais revistas de grande circulação como Archives of Sexual Behavior (2001) e Clinical Psychology (2003). Ao que tudo indica, a classe de psicólogos se sente à vontade com o trabalho de Bauserman e Rind, e pretende continuar a publicar o que eles escrevem.

Outro psicólogo que defende o abuso sexual de crianças é o Dr. Theo Sandfort. Ele recebeu aceitação, ratificação e reconhecimento das profissões de saúde mental, e é atualmente professor associado de Ciências Sócio-médicas Clínicas (em Psiquiatria) na Universidade de Columbia. Sandfort publicou um estudo de 1981 que afirmava que mesmo meninos de 10 anos tinham experiências “positivas” em seus “relacionamentos sexuais” com adultos.

Enquanto era co-diretor do programa de pesquisas do Departamento de Estudos Gays e Lésbicos da Universidade de Utrecht, Holanda, Sandfort entrevistou 25 meninos entre as idades de 10 e 16 que estavam em tais “relacionamentos sexuais” — isto é, eles estavam sendo abusados sexualmente por adultos. Aliás, os próprios abusadores levavam suas vítimas até Sandfort de modo que eles as pudesse entrevistar. Quando as vítimas deram para Sandfort suas respostas “positivas”, ele convenientemente as gravou.

“Praticamente para todos os meninos… o contato sexual em si foi experimentado de forma positiva”, escreveu Sandfort, sem um pingo de ironia.

O fato de que Sandfort estava promovendo o abuso sexual de menores com a ajuda de seus abusadores não parece tê-lo deixado incomodado. Nem incomodou seus então funcionários na Universidade de Utrecht. Nem incomodou a Universidade de Columbia, que mais tarde lhe deu um cargo de professor, mesmo depois que ele continuou a escrever artigos tais como “Pedophile relationships in the Netherlands: Alternative Lifestyles for Children?” (Relacionamentos Pedófilos na Holanda: Estilos de Vida Alternativos para Crianças?) e livros tais como “Childhood Sexuality: Normal Sexual Behavior and Development” (Sexualidade Infantil: Conduta e Desenvolvimento Sexual Normal) em 2000.

Não incomodou a AAP também, que nomeou Sandfort como membro oficial da AAP desde 2002.

A defesa e até mesmo a promoção de especialistas de saúde mental que defendem o abuso sexual de crianças é um movimento apavorante, mas que dava para se esperar, pois é um efeito que vem aumentando em tamanho desde que a elite da AAP adotou o hedonismo sexual. Essas mudanças ameaçam não somente os homossexuais, que são enganados pelo argumento sedutor de que não há nada com que se preocupar com sua orientação, mas ameaçam também a própria psicologia e psiquiatria.

O resultado da atual batalha envolvendo a ciência da homossexualidade poderá bem decidir o futuro das profissões de saúde mental. Elas se afastarão da beira do precipício ou se atirarão nele? E o que será das sociedades que dão crédito aos conselhos delas?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O Grande Milagre Brasileiro

Fenomenal resistência de minoria cristã pobre do Brasil emperra avanço de várias ameaças da agenda gay subsidiadas pelo governo Lula

Barack Obama, o aspirante a Anticristo, mal entrou no governo dos EUA e já está avançando leis anti-“homofobia”.

Há anos, Lula vem tentando avançar essas leis no Brasil, com a ajuda de muitos grupos homossexuais que recebem treinamento e dinheiro de poderosas organizações dos EUA, mas ele está tropeçando em dificuldades por causa de uma oposição bem pequena. Por que Obama, em tão curto tempo, está tendo mais sucesso do que Lula?

A oposição a essas leis no Brasil e nos EUA vem sendo feita por cristãos conservadores. A diferença é que, enquanto os cristãos conservadores dos EUA contam com numerosos grupos pró-família muito bem financiados, a mobilização cristã brasileira mais parece um bando de gente que saiu da Guerra dos Farrapos. Eles não têm recursos, não tem emissoras de TV, etc.

Isso não significa que no Brasil não há grupos cristãos fortes e muito bem financiados. A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) tem vastos recursos financeiros, rádios e muitas emissoras de televisão, inclusive a Record, o segundo maior canal de TV do Brasil. Há também a Igreja Renascer em Cristo e muitas outras denominações com canais de TV. O denominador comum dessas poderosas organizações evangélicas é o apoio ao mesmo governo que vem promovendo o aborto e o homossexualismo.

A pequena mobilização cristã no Brasil não conta com nenhuma organização poderosa e ainda tem de enfrentar o governo Lula, a mídia esquerdista, os evangélicos e católicos progressistas e a omissão da vasta maioria dos líderes cristãos que prefere não falar publicamente contra as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do governo.

O único recurso da minoria cristã ativa é a oração e ação.

Os poderosos

Diante das ameaças da agenda gay no Brasil, onde estão os poderosos líderes evangélicos? Os poderosos estão com os poderosos. Não é por acaso que a inauguração da Record News teve o comparecimento do “poderoso” Lula, que queria estar junto com o “poderoso” Bispo Edir Macedo, fundador da “poderosa” IURD. Os poderosos agradam aos poderosos.

Nas eleições presidenciais passadas, líderes da IURD apoiaram Lula, e por sua vez Lula os apoiou. Eles são aliados.

Por isso, Lula, cujo governo é abertamente pró-aborto, pró-homossexualismo e pró-socialismo, se sente à vontade com a TV Record, que está numa firme campanha a favor do aborto. Em entrevista à revista Veja, o Bispo Honorilton Gonçalves, o homem forte da IURD responsável pela Record, revelou o motivo por que a Record defende o aborto.

Revista Veja: “Recentemente, a Record assumiu publicamente a posição pró-aborto — que coincide com a visão da Universal sobre o tema. Por que adotar essa posição?”

Bispo Gonçalves: “Foi uma orientação direta do senhor Edir Macedo, que nos pediu que conscientizássemos a sociedade da importância de a mulher poder decidir sobre o seu próprio destino”.

Mais tarde, o próprio Bispo Macedo se pronunciou no jornal Folha de S. Paulo.

Folha de S. Paulo: Em sua biografia, o sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto. Por quê?

Bispo Macedo: Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões…

Com essa mesma base “moral”, Macedo recentemente levantou a acusação de que “muitos ‘cristãos’ têm tratado os homossexuais como os leprosos do passado”. No que se refere ao Evangelho, os cristãos condenam o pecado, mas não o pecador. No que se refere às suas responsabilidades sociais, eles divulgam para a sociedade a condenação divina ao homossexualismo, e por causa disso eles mesmos são condenados pelos ativistas gays e pela sociedade como condenadores de homossexuais. E agora Macedo se junta ao coro social e gay, fazendo a comparação de homossexuais e leprosos, como se fossem iguais.

Será que Macedo viu “muitas” igrejas cristãs enxotando “muitos” homossexuais? Talvez ele tenha visto “muitos” cristãos se afastando de homossexuais se beijando mutuamente em público. Ou talvez os “muitos” cristãos sejam, de acordo com a opinião “moral” dele, a mobilização cristã contra o PLC 122 e outros projetos de lei anti-“homofobia”…

Enfim, será mesmo que os homossexuais de hoje são como os leprosos do passado?

“A lepra é um direito humano inalienável!”

Talvez Macedo não saiba, mas os leprosos do passado não tinham nenhuma liberdade de realizar imensas paradas do “orgulho leproso”. Eles também não podiam se beijar publicamente e pressionar as câmaras municipais, as assembléias legislativas e o Congresso Nacional em favor de leis contra a “leprofobia”.

Não havia nenhuma lei de combate à “leprofobia” para combater os “leprófobos” e não havia nenhum dia da visibilidade dos leprosos. Não havia também meios para processar os sacerdotes que dissessem qualquer coisa negativa contra a lepra.

Os leprosos não tinham nenhuma liberdade de se manifestar em rádios, TVs, jornais e revistas dizendo: “A lepra é um direito humano! A lepra é um estilo de vida normal. Tenho o direito de ser leproso, pois nasci assim!”

Pobres ativistas homossexuais de hoje! Eles também não têm nenhum desses direitos!

O Bispo Macedo não é bobo — no sentido puramente secular. Ele é esperto — no sentido puramente secular. Ele sabe — ou deveria saber — que quem ordenou o isolamento social dos leprosos no Antigo Testamento foi Deus, não os religiosos do passado. E Deus só quebrou esse isolamento quando Jesus tocou os leprosos. Deus ordenou o isolamento, e ele mesmo o quebrou para trazer cura.

Qual é então a motivação de Macedo em sua comparação de homossexuais com leprosos?

Agradando aos poderosos

Ele sabe que duas importantes questões para o governo Lula, para a elite social e para o próprio governo mundial são o aborto e o homossexualismo. Quem favorece essas duas questões recebe os favores do governo Lula. Quem favorece essas duas questões recebe os favores da elite social, do governo de Obama, da ONU, etc.

Ainda mais quando a IURD periodicamente enfrenta escândalos seriíssimos, nada melhor do que agradar à elite social para abafar debaixo do tapete suas “inconveniências” e escapar das covas de escândalos e corrupções.

Foi-se o tempo em que aqueles que tinham o título de “grandes homens de Deus” confiavam em Deus para sair da cova dos leões.

Daniel escapou da cova dos leões por causa da sua integridade diante de Deus, principalmente integridade espiritual e financeira. Hoje, os “grandes homens de Deus” saem das covas dos leões — covas de escândalos e corrupções que eles mesmos cavaram com sua falta de integridade — agradando aos poderosos.

A aprovação do aborto e do homossexualismo desagrada aos poderosos — inclusive muitos poderosos religiosos.

O que fazer então nesse clima político, social, cultural e religioso de hostilidade às posições bíblicas contra o pecado?

O cristão passivo diante do avanço do mal na sociedade

Os cristãos ingênuos têm uma resposta “espiritual” para esses desafios: Eles simplesmente se abstêm de agir e expressar as posições bíblicas. Imagine um desses cristãos lá na Alemanha nazista comentando com outro na rua: “Irmão, não se revolte nem reaja contra o mal que você está vendo na sociedade nazista. Lembre-se: nosso destino é o céu e não devemos nos preocupar com as coisas daqui da terra. Vamos orar por Hitler, pois ele precisa de salvação. Vamos orar pelos nazistas, pois eles precisam de salvação. Vamos orar pelos judeus perseguidos também. Nossa missão é apenas orar. Nada mais”.

A Alemanha nazista, cuja cúpula política era composta majoritariamente de violentos fascistas homossexuais, era uma sociedade onde a eutanásia, o aborto, o evolucionismo e outras perversidades eram ativamente promovidos, diante da passividade da esmagadora maioria dos cristãos alemães.

Passividade não é chamado para nenhum verdadeiro cidadão do Reino de Deus. Passividade não é o meu chamado. Sou um intercessor firme há mais de 20 anos. Sei por experiência própria que primeiro Deus nos chama para a oração e depois para a ação.

A quem agradar?

Orações que não levam à ação espiritual são rezas religiosas vazias, sem poder para influenciar a própria vida ou a nação.

Por isso, não sou apegado a rezas, mas apegado ao Deus todo-poderoso através da oração e leitura da Palavra de Deus.

Desagradando aos poderosos, que querem impor o “casamento” homossexual e outras loucuras homossexuais na sociedade, eu falo o que Deus fala sobre homossexualismo.

Desagradando aos poderosos, que querem impor uma normalidade homossexual totalmente antinatural e criminalizar toda tentativa de ajudar as pessoas que querem sair do homossexualismo, eu falo que Deus tem cura, esperança e libertação para todos, inclusive para quem está no homossexualismo.

Como então explicar que uma minoria cristã pobre está conseguindo barrar várias ameaças da agenda gay no Brasil?

O grande milagre brasileiro está sendo possível não por causa dos religiosos poderosos, mas por causa daqueles que, mesmo desagradando aos poderosos, querem agradar apenas ao Todo-poderoso.