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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

JÁ ESTÁ PRONTA A NOVA MOEDA UNICA MUNDIAL




Leia esta novidade. Jesus deve estar chegando, Aleluia!
"Unidade na Diversidade" é o lema criado por Agostinho de Hipona para o Dominionismo, sonho multissecular da ICAR que agora se realizá, pois a Grande Meretriz é que vai dar as cartas, visto como é dona de 1/3 de toda a fortuna global, grande parte desta amealhada com a fábula do Purgatório e os donativos do tolos que pensam estar comprando lugar no céu através das tais indulgências plenárias e hóstia.
Vamos aguardar os acontecimentos. Mas até lá, precisamos nos alegrar, porque temos a certeza do Arrebatamento dos cristãos fiéis a Cristo.


Vejam o diabólico ecumenismo na frase: "Unidade na diversidade"...

G8: Medvedev apresentou amostra da “moeda única mundial”
Tuesday, 8 September 2009
“Este é o símbolo da nossa unidade e do nosso desejo de resolver os problemas em conjunto. (…) Aqui está ela. Podem vê-la e tocá-la”, disse o presidente da Rússia Dmitri Medvedev ao apresentar aos jornalistas a amostra da nova moeda global, durante uma conferência de imprensa em L’Aquila (Itália), após a cimeira das nações que integram o Grupo dos Oito (G8).

A agência russa RIA Novosti apresentou-a como o “exemplo” de “uma possível moeda global”. Por sua vez a agência financeira norte-americana Bloomberg, referiu que a amostra ostenta a frase “unidade na diversidade”, foi cunhada na Bélgica e apresentada aos líderes do G8 pelo presidente russo durante uma entrevista após o encontro.

Medvedev esclareceu que a nova moeda será usada como meio de pagamento pelos cidadãos de todos os países do mundo e descreveu-a como a “moeda do futuro mundo unido”. “Penso que é um bom sinal de que percebemos a nossa interdependência”, precisou.
As principais economias emergentes do mundo, sob a liderança da China e da Rússia, têm apelado repetidamente nos últimos meses para a necessidade de ser criada uma nova reserva monetária mundial que substitua o dólar e ponha fim à dominância financeira mundial dos Estados Unidos, desde 1944, data da assinatura do acordo de Bretton Woods.
A iniciativa de Medvedev pode ser entendida como um inteligente golpe de relações públicas destinado a dizer às principais potências mundiais que, apesar da sua resistência e ceticismo, os países emergentes, produtores de quase metade do PIB mundial, estão decididos a impor aos países ricos novas regras de governança das finanças globais.










MRA Alliance/Agências

Nota: Enquanto isto, coincidentemente a ONU defende a criação de uma moeda internacional, justificando como uma solução para a situação atual, na qual os países utilizam em sua maioria o dólar como moeda de reserva cambial.

Fontes:

Fim dos Tempos: G8: Medvedev apresentou amostra da “moeda única mundial”
FolhaOnline: ONU defende criação de moeda global no lugar do dólar
SITE: http://www.futureworldcurrency.com/
http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/g8-medvedev-apresentou-amostra-da-moeda.html


Fonte: Folha Online
Data: 08/12

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Assembleia de Deus é proibida de realizar cultos às sextas-feiras


IRÃ - A maior igreja no Irã, que realiza cultos abertos e públicos no país, não poderá abrir a igreja às sextas-feiras, por causa da pressão do governo.

De acordo com relatos, as autoridades ameaçaram o pastor Sourik, líder e administrador das igrejas Assembleia de Deus no Irã, dizendo que iriam fechar definitivamente a congregação central em Teerã, a menos que ele parasse de cultuar às sextas-feiras, com o prazo máximo do dia 31 de outubro.

Sourik, que havia resistido às exigências das autoridades, finalmente anunciou que não haveria mais cultos às sextas-feiras, mas somente aos domingos.

“O anúncio do término dos cultos de sextas-feiras foi recebido com comoção e surpresa, e provocou muita tristeza na congregação”, divulgou a rede de notícias cristã farsi.

De acordo com informações, Sourik obedeceu as ordens para garantir a segurança e o bem-estar dos membros e visitantes que frequentam os cultos. O pastor, que tem problemas cardíacos, foi muito pressionado pelos oficiais do Ministério de Informação para que fechasse a igreja às sextas-feiras, que é, oficialmente, o dia sagrado no Irã.

Recentemente, o pastor também recebeu ameaças da milícia Pasdaran (Os Guardas Revolucionários), que deram um ultimato de que, se os cultos de sexta não fossem encerrados até 31 de outubro, a própria milícia fecharia a igreja.

Alguns cristãos que souberam da notícia temem que essa ação seja o início de uma campanha contra reuniões cristãs. A maior parte do cristãos no país cultuam em igrejas domésticas, mas a igreja Assembleia de Deus em Teerã é uma das poucas que realiza cultos públicos.

“Acredito que a principal razão pela qual eles proibiram esses cultos é para enviar uma forte mensagem para os cristãos dentro e fora do Irã, de que o cristianismo não será tolerado”, comentou um informante para a agência International Christian Concern (ICC). “O principal propósito de tudo isso é a intimidação.”

Até agora, os oficiais do governo não conseguiram fornecer explicações para essa proibição. Grupos de direitos humanos afirmam que são contra qualquer proibição de culto, seja às sextas-feiras ou não.

“Pedimos que o Irã respeite os direitos dos cristãos de praticarem sua religião livremente, sem a interferência do governo, ou ordem autoritária”, disse Aidan Clay, representante do ICC no Oriente Médio.

A Assembleia de Deus em Teerã é uma igreja independente, fundada por diversos pastores e líderes muito antes da revolução islâmica. A igreja continuou com seu ministério depois da revolução e muitos pastores foram martirizados por extremistas, incluindo alguns ligados ao regime.


Tradução: Missão Portas Abertas


Fonte: Portas Abertas
Data: 13/11

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dia de Finados

“Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente” - Romanos 14.5.
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Apenas quem perdeu entes queridos sabe que essa dor emocional é quase física. Só quem passou pela separação de um alguém que gozava muita afinidade, um cônjuge, pai ou mãe, irmão ou amigo, é que sabe quão terrível é para o coração humano continuar batendo e ao mesmo tempo sentir a falta daquela pessoa que sabe-se que não voltará mais.
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Os protestantes não desprezam o jazigo de seus falecidos, porém, não costumam ir em dia específico visitar túmulos, para ali colocar flores e velas, pois quem se vai não deseja que isto seja feito. Os evangélicos pontuam que é importante encontrar forças para superar a dor e demonstrar mais dedicação e mais carinho aos que ainda estão vivos e precisam deles, porque a vida continua.
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Nesta filosofia, os evangélicos preferem distribuir flores aos vivos ao invés de colocá-las em vasos nas sepulturas dos cemitérios.
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No Dia de Finados, são muitas denominações evangélicas que possuem estratégia definida, formam grupos e vão aos cemitérios levar a mensagem da ressurreição. Entendem que este dia é um ótimo dia para fazer evangelismos. Com todo cuidado e consideração, lembram que chorar pelas pessoas queridas não é pecado. Lembram que a semente precisa morrer para dar frutos; que Deus não mata ninguém; e que Jesus Cristo é a ressurreição e a vida; levam conforto aos que estão sofrendo.
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E.A.G.
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Fonte: http://belverede.blogspot.com/
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Artigo liberado para uso, desde que citado a fonte e não comercializado.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Sonho de John Wesley




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John Wesley, fundador da Igreja Metodista, teve um sonho
que seria algo mais ou menos assim:

Ele sonhou que um anjo de Deus o levou à porta do inferno.
Lá estava o tinhoso, o príncipe das trevas que o recebeu
muito bem e lhe disse:

- Pois não?
O que o senhor deseja?

E John Wesley, falando ao anjo infernal, perguntou-lhe:
Olha, eu gostaria de saber que tipo de pessoas vêm
para o inferno?

E o diabo respondeu:
Como assim, que tipo de pessoa?
E John Wesley perguntou:
Eu gostaria de saber se têm católicos aí, no inferno?

Então, o diabo disse a Wesley:
Oh, mas tem muitos católicos, apostólicos, romanos aqui
no inferno!

John Wesley, ao ouvir a resposta, bateu na palma da mão e disse:
Eu sabia!
Eu sabia que os católicos viriam para o inferno!

Ele perguntou:
Qual o outro tipo de gente, que outra religião tem aí?
Respondeu o diabo:
Ah, aqui está cheio de crentes, tá cheio de crentes!!

Sentindo uma dor de cabeça, John Wesley perguntou: -
Crentes no inferno?!?

E o diabo disse: Sim, está cheio de crentes aqui dentro,
inclusive, muiiiitos calvinistas, luteranos e wesleyanos!

Heieeiiiinnnnnn, wesleyanos????? Não!!!! Não pode ser!!!!
Preocupado, John Wesley perguntou:

Tem budista aí dentro?
E o diabo disse:
Está cheio. E espíritas? Tem espíritas?
Tem muitos espíritas aqui dentro!

John Wesley foi perguntando de todas as religiões orientais
e satanás, sempre, respondia:
Está cheio.
O inferno está cheio desses religiosos!

John Wesley já estava a ponto de desmaiar
quando veio o anjo de Deus, passou por ele,
tomou-lhe em seus braços,
retirou-o da porta do inferno e foi voando com ele
até a porta do céu.

Ali, John foi recebido por outro anjo de Deus.
Então, John Wesley perguntou ao anjo:

Anjo do senhor, pelo amor de Deus, responda-me!
Eu preciso saber que tipo de pessoas vem para o céu.

Quem, afinal, vem para o Céu?
E o anjo respondeu:
Eu não entendi a sua pergunta.
E John Wesley foi mais objetivo:

- Aí, no céu tem católicos, apostólicos, romanos?
E o anjo lhe respondeu:
Nunca entrou nenhum!
John Wesley sentiu o coração disparar, perguntou:

No céu, tem batistas, presbiterianos, assembleianos,
metodistas?
E o anjo respondeu:

Nunca entrou nenhuma dessas igrejas aqui!
Aqui não é lugar de denominações evangélicas.
Aqui não é lugar de religiosos, fundadores de religião, i
grejas.... Não!!!!!

E John Wesley continuou perguntando:
E aí dentro, tem espíritas? Não!!
Tem budista? Não!
Tem calvinistas e Luteranos? Não!!!!!
E Wesleyanos, meu povo? Não!!!!!
Aqui não é lugar de wesleyano, Wesley,
profundamente aflito, desesperado, perguntou:

Anjo do Senhor, me responda, por favor!
Que tipo de povo encontra-se ai dentro do Céu?

E o anjo respondeu:
Até que enfim, Wesley, fizeste-me
uma sábia pergunta:

Aqui dentro existem Pecadores, Wesley.
Pecadores, entendeu? Heeeeinnnnn!!!

Naquele momento, a cabeça de John ficou confusa:
Pecadores? Pecadores entrando no céu?

E o anjo lhe respondeu com a maior candura, com a maior simplicidade:
Sim, pecadores comprados, resgatados,
lavados e remidos no sangue de Jesus Cristo,
o Filho de Deus.

Confirmando a palavra de John Wesley,
o Apóstolo João, na Ilha de Patmos, viu uma multidão
vestida de branco e, ao contrário do diálogo
entre Wesley e o Anjo, quando quem perguntava
era Wesley, um anjo do Senhor dirigiu-se a
Wesley e perguntou-lhe:

João, quem são estes vestidos de branco e de onde vieram?
E João, o Apóstolo, disse ao anjo:
Senhor, tu sabes!
E o anjo disse:
Estes são os que lavaram e branquearam os seus vestidos
no sangue do Cordeiro.

sábado, 3 de outubro de 2009

Mulher diz estar 'possuída' e mata dois filhos em Maceió

MACEIÓ - Arlene Régis dos Santos, de 35 anos, foi presa nesta terça-feira, 29, acusada de assassinar dois dos seus três filhos, em Maceió. Segundo a polícia, Arlene teria estrangulado o filho de 7 anos e matado a facadas o de 11 anos, após um "ritual macabro". A mãe disse ao delegado Antônio Carlos Lessa, que estava "possuída por uma entidade quando matou os filhos".

As crianças foram mortas por volta das 3 horas da madrugada, em uma residência de classe média, nas imediações do Aeroclube de Maceió. A mãe das crianças foi presa pela polícia ainda na cena do crime, após uma denúncia feita pelos vizinhos. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram tudo revirado, velas acesas ao lado de fotos das crianças, e Arlene ao lado da cama onde asfixiou e esfaqueou os filhos.

O terceiro filho, de 14 anos, também seria assassinado, mas conseguiu fugir. "O mais velho disse que os três dormiam em um quarto, mas na noite de ontem Arlene teria insistido para que os dois menores dormissem no quarto do casal, que enfrentava mais uma crise no relacionamento, resultando na ida do pai para a residência da família", contou o delegado.

Antônio Carlos Lessa disse ainda que a mãe das crianças precisou de atendimento médico dentro da delegacia, porque estava muito agitada. "Tivemos que chamar uma unidade do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) para que medicasse ela, que estava completamente tresloucada", afirmou. Quando ficou mais calma, Arlene contou que havia recebido uma "entidade e esta entidade dizia a ela que vinha buscar seus filhos".

De acordo com Lessa, na delegacia, Arlene contou que essa tal "entidade que a possuía" queria vingar-se dela, porque ela tinha deixado o candomblé e passou a frequentar a Igreja Universal do Reino de Deus. "Ela preparou todo um ritual macabro e disse que dançava, na frente das velas e das fotos dos filhos, que seriam sacrificados a pedido dessa tal 'entidade'", contou o delegado.

Depois desse ritual, Arlene teria ido ao quarto onde os filhos dormiam e usado um pano para asfixiar o menino mais novo, que morreu sem esboçar reação. Já o garoto de 11 anos teria tentado se desvencilhar da mãe durante a asfixia e foi esfaqueado várias vezes, no peito e no pescoço. O filho mais velho ainda chegou a ser ferido de raspão, mas conseguiu fugir e buscar ajuda dos vizinhos.

O crime revoltou familiares, amigos e vizinhos, que ficaram chocados com a tragédia. O pai das crianças, Abelardo Pedro Nobre Júnior, é proprietário de um cursinho preparatório para vestibular e concursos, e também já foi candidato a deputado estadual em Alagoas. Nesta manhã ele estava no Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima, a espera da liberação dos corpos dos filhos, mas não quis falar sobre a tragédia.

O avô das crianças disse à imprensa que Arlene sempre foi uma pessoa instável e que estaria envolvida com candomblé. Ainda segundo o sogro, o relacionamento do casal era tumultuado e marcado pelos rompantes da mulher. Depois de prestar depoimento à polícia, Arlene foi levada para uma cela da Delegacia de Plantão II, em Salvador Lyra. Ela foi autuada em flagrante por duplo homicídio e tentativa de assassinato.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O Buraco Negro

video

I Timóteo 6:

7 Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.

8 Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.

9 Mas os que querem ser ricos caem em tentaçäo, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdiçäo e ruína.

10 Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

11 Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidäo.


Veja:
www.ganancia.com.br

sábado, 19 de setembro de 2009

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares seus com raro rigor

O que foi que eles fizeram?

Reinaldo Azevedo

Na noite de ontem, o Diretório Nacional do PT decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram seus direitos políticos suspensos por um ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. É possível que Bassuma, nessas condições, não consiga nem mesmo se candidatar à reeleição. Uau! Será que este partido está, finalmente, se emendando? Afinal, o que ambos fizeram? Abaixo, segue um diálogo imaginário com um leitor otimista. Ele pergunta (em negrito) e eu respondo.

Será, Reinaldo, que eles foram pegar dinheiro de Marcos Valério no Banco Rural?
— Besteira! Isso é permitido. Não dá punição.

— Então usaram recursos “não contabilizados” de campanha. Acertei?
— Bobagem! Isso é do jogo. Como você sabe, a campanha de Lula foi paga em moeda estrangeira, no exterior, com dinheiro de origem desconhecida.

— Já sei! Então integraram algum grupo de aloprados para fazer um dossiê falso contra adversários! Na mosca?
— Claro que não! Integrar grupo de aloprados é coisa tão importante, que todos aqueles que participaram daquela aventura eram do entorno do próprio presidente Lula. É coisa para gente graduada.

— Ah, então vamos ver: usaram, sei lá, a estrutura de um ministério, da Casa Civil por exemplo, para fazer outro dossiê contra adversários do governo.
— Errado! Quem faz isso acaba sendo considerado candidato natural à Presidência da República. Isso rende promoção no PT, jamais punição.

— Ah, então vai ver eles violaram o sigilo bancário de um caseiro. Coisa feia!
— Tolice. Isso não tem importância. Quem dá bola para caseiro?

Que diabo, então, fizeram esses dois para que toda a cúpula petista, sem exceção, decidisse ser tão severa? Bem, eles resolveram tornar pública a sua posição contrária à descriminação do aborto. Vocês entenderam direito e não precisam ler de novo. Alguns pecadilhos, no PT, como os listados acima, não têm grande importância. Mas defender o direito de um feto à vida, a depender de como seja feito, é incompatível com a ética petista. Eu já desconfiava que fosse assim. De fato, não sei o que ambos fazem no PT sendo o partido tão escancaradamente favorável à descriminação do aborto.

Como a gente nota, no PT, os que cometeram todos aqueles crimes, merecem uma segunda chance. Mas o feto não merece a única chance que tem. É a forma que a esquerda tem de ser humanista, de ser progressista. A direção recomendou ainda que Afonso não seja reconduzido à Comissão de Seguridade Social e da Família na Câmara dos Deputados. Só pode pertencer a uma comissão de família quem é favorável à morte dos fetos, entenderam?

É o PT aplicando o seu Código de Ética. Ele comporta, por exemplo, Ideli Salvatti a defender Sarney com todos os “esses” e “erres”, mas não parlamentares que participam de uma marcha contra o aborto. Vejam que engaçado: a tal manifestação, sabe-se, teve o apoio de uma ONG que conseguiu dinheiro público para a sua realização etc — vocês conhecem aquela rotina típica de petistas e ONGs. Pô, aí já é demais, não é? Dinheiro público bem utilizado é aquele que financia marchas em defesa do aborto.

Um dia essa gente há de encontrar o lugar certo na história. Que seja logo!

Grupos pró-aborto em silêncio depois do assassinato de ativista pró-vida

OWOSSO, Michigan, EUA, 11 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Em contraste com a condenação rápida divulgada por todos os grandes grupos pró-vida dos Estados Unidos nas horas depois do assassinato de George Tiller, médico que fazia abortos de bebês nas últimas semanas de gestação, um silêncio ensurdecedor de praticamente todos os grupos pró-aborto dos EUA está acompanhando as horas dos sussurros dos meios de comunicação nacionais depois do assassinato a tiros de Jim Pouillon, ativista pró-vida de Michigan, na manhã de sexta-feira. As únicas declarações dos grupos pró-aborto até o momento foram dadas pela filial local de Michigan da Federação de Planejamento Familiar, e do site abortista RHrealitycheck.org.

Pouillon, de 63 anos, foi assassinado com vários tiros às 7h20min enquanto estava com um cartaz pró-vida do lado de fora da Escola Secundária Owosso. A polícia acusou Harland James Drake, de 33 anos e residente de Owosso, pelo assassinato de primeiro grau de Pouillon na sexta-feira, bem como pelo assassinato de primeiro grau do dono de uma cascalhadeira local, Mike Fuoss, de 61 anos, assassinado mais cedo no mesmo dia.

Os promotores disseram que Drake lhes disse que ele tinha Pouillon como alvo por causa da atividade pró-vida dele.

Embora a morte de Pouillon tenha virado manchete nos veículos de notícias mais importantes, as principais organizações pró-aborto nacionais, inclusive a Federação Nacional de Planejamento Familiar, a NARAL, a Organização Nacional de Mulheres e a Federação Nacional de Aborto não divulgaram nenhuma resposta ao assassinato até as 4h45min da sexta.

A única exceção é RHrealitycheck.org, site de notícias e comentários pró-aborto, onde a colunista Jodi Jacobson escreveu: “Qualquer que seja o motivo por trás do assassinato do Sr. Pouillon e qualquer que sejam suas experiências pessoais no movimento anti-escolha, o site RH Reality Check deplora o uso da violência como ferramenta nos debates acerca dos direitos e saúde das mulheres, em qualquer forma e contra qualquer pessoa. Estendemos nossos pensamentos e desejos de cura à família e amigos do Sr. Pouillon”.

Na seção de comentários do artigo sobre o assassinato, Amie Newman, redatora geral do site RH Reality Check, comentou: “Independente das perspectivas políticas, ativismo ou histórico policial do Sr. Pouillon, não há desculpa para seu assassinato. Contudo, como o comentarista anterior disse, não há evidência apoiando a conclusão de que seu assassinato — ou o assassinato do outro homem — tenha motivação política. O site RH Reality Check, como observa Jodi, condena o uso da violência e isso é certamente uma tragédia”.

Além disso, Lori Lamerand, a presidente e diretora-executiva da filial da Federação de Planejamento Familiar em Michigan, disse para os meios de comunicação locais que a Federação de Planejamento Familiar “jamais desculparia qualquer tipo de violência contra alguém, independente de suas opiniões”.

“Certamente fazemos tudo o que podemos para garantir a segurança de nossos clientes, e se formos chamados, obviamente cooperaríamos com qualquer investigação com a polícia”, disse Lamerand. “Estou ciente de que ele protestava em nossas clínicas no passado, mas não tive nenhum contato pessoal com ele e não o conheci pessoalmente”.

No entanto, minutos depois da divulgação das notícias de que George Tiller, o médico aborteiro que abortava bebês nas últimas semanas de gestação em Wichita, foi assassinado a tiros num domingo de manhã enquanto estava trabalhando como diácono em sua igreja luterana, dezenas de organizações e líderes pró-vida nacionais de forma imediata e abundante condenaram a violência.

Operação Resgate, que havia liderado protestos pacíficos contra o negócio de aborto de Tiller por vários anos, estava entre os primeiros a denunciar o “vigilantismo e o ato covarde que ocorreu nesta manhã”, acrescentando que eles estavam oferecendo orações pela família de Tiller.

Pouillon era amigo e membro ativo de Operação Resgate.

fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

domingo, 30 de agosto de 2009

A profissão de psicólogos e a homossexualidade: lunáticos dirigindo o asilo?

— Um homem vai até um psicólogo com um problema. “Doutor”, diz ele, “estou sofrendo terrivelmente. Sinto-me como uma mulher aprisionada no corpo de um homem. Quero me tornar uma mulher”.

O psicólogo responde: “Não há problema. Podemos discutir esta idéia por dois anos, e se você ainda estiver convicto de que quer ser mulher, podemos arrumar um cirurgião para remover seu pênis, lhe dar hormônios para aumentar-lhe o peito e fazer outras mudanças em seu corpo. Problema resolvido”.

Satisfeito, o primeiro paciente se vai, seguido pelo segundo. “Doutor”, diz ele, “sinto-me horrível. Sou homem, mas me sinto atraído por outros homens. Quero mudar minha preferência sexual. Quero me tornar heterossexual”. O psicólogo responde: “Oh, não. Absolutamente, não! Isso seria antiético. A orientação sexual é uma característica imutável!”

A ironia dessa estória é que, embora seja piada, é na realidade uma descrição acurada da profissão de saúde mental hoje. Ainda que repudiem e condenem a terapia reparativa para a orientação homossexual, a maioria dos psiquiatras e psicólogos da América do Norte adotou o conceito de “mudança de sexo”, um procedimento que não faz nada mais do que mutilar o paciente para tranqüilizar-lhe a mente confusa.

A Associação Americana de Psicologia perpetua a insanidade

Em sua declaração mais recente sobre o assunto, a Associação Americana de Psicologia (AAP) abrandou um pouco seu tom contra os psicólogos que fazem terapia de reorientação para homossexuais. Contudo, a AAP afirma: “Ao contrário das alegações dos defensores e profissionais da mudança da orientação sexual, há evidências insuficientes para apoiar o uso de intervenções psicológicas para mudar a orientação sexual”.

A recusa da AAP de aceitar as evidências cada vez mais fortes contra sua posição é outro lembrete de que o sofisma do hedonismo sexual se tornou muito enraizado entre os líderes da AAP.

Em anos recentes, muitos estudos revisados por especialistas foram publicados em revistas de psicologia, indicando que um número significativo de pacientes que voluntariamente participam de terapia para mudar sua orientação sexual experimenta êxito e fica feliz com os resultados. Junto com os numerosos testemunhos individuais de ex-homossexuais, as evidências em favor da reorientação são impressionantes.

No entanto, em seu relatório recente “Appropriate Therapeutic Responses to Sexual Orientation” (Respostas Adequadas à Orientação Sexual), a liderança da AAP declara que dá para se repudiar todos esses estudos, em suas palavras: “Nenhuma das pesquisas recentes (1999-2007) preenche os padrões metodológicos que permitem conclusões com relação à eficácia ou segurança”.

O relatório, pois, convenientemente descarta os estudos mais recentes sobre o assunto — os estudos que minam a posição da AAP. Os únicos estudos que permanecem são os que foram feitos antes do ressurgimento do movimento da terapia reparativa, na década de 1970, quando a AAP declarou que a orientação homossexual e a sodomia afinal não eram realmente prejudiciais à saúde. As novas pesquisas foram rejeitadas em favor de pesquisas que agora têm mais de 30 anos, aplicadas a práticas terapêuticas que podem nem mais estar em uso.

Entretanto, os autores de Essential Psychotherapy and its Treatment (Psicoterapia Essencial e seu Tratamento), um texto padrão nas faculdades de medicina, discordam da liderança da AAP, e dizem que os estudos mais recentes justificam a terapia de reorientação sexual.

A edição mais recente (2009) observa na página 488: “Embora muitas associações profissionais e provedores de assistência de saúde mental tenham expressado ceticismo considerável de que é possível mudar a orientação sexual com psicoterapia e também presumiam que as tentativas de reorientação produziriam prejuízo, recentes evidências empíricas demonstram que realmente dá para se mudar terapeuticamente a orientação homossexual em clientes motivados, e que as terapias de reorientação não produzem danos emocionais quando tentadas (isto é, Byrd & Nicolosi, 2002; Byrd et al., 2008; Shaeffer et al., 1999; Spitzer, 2003)”.

O relatório mais recente da AAP, feito por uma força tarefa composta de psicólogos com longos históricos de ativismo homossexualista, também afirma como “fatos científicos” que “as atrações, conduta e orientações de mesmo sexo em si são variações normais e positivas da sexualidade humana — em outras palavras, elas não são indicadores de desordens mentais ou desenvolvimentais” e “nenhum estudo ou pesquisa revisada por especialistas apóia teorias atribuindo orientação sexual de mesmo sexo à disfunção ou trauma familiar”.

Essas declarações inacreditáveis contrariam frontalmente mais de um século de estudos científicos revisados por outros especialistas e observações clínicas que indicam que boa parte da conduta homossexual tem origem em relacionamentos familiares deficientes e é associada a uma ampla variedade de doenças e condutas patológicas.

Estudos têm mostrado que os homossexuais desproporcionalmente vêm de famílias em que filhos ou filhas têm falta de um relacionamento saudável com um ou ambos de seus pais, ou em situações em que o homossexual foi vítima de abuso sexual infantil por parte de um adulto homossexual.

A conduta homossexual é também estatisticamente associada a muitas doenças, desordens e condutas patológicas, inclusive doenças venéreas e outras, promiscuidade e relacionamentos instáveis, desordens de ansiedade, depressão e suicídio, alcoolismo e uso de drogas, violência doméstica, pederastia e morte prematura.

Até mesmo a Associação Médica Gay e Lésbica admite que os homossexuais sofrem índices desproporcionais de doenças e condutas autodestrutivas.

Embora a liderança homossexualista na AAP tente arrumar desculpas para esses relacionamentos afirmando que são provocados por estigma social e outros fatores, as alegações deles soam ocas. Muitos grupos estigmatizados existem na sociedade que não exibem nenhuma das tendências patológicas dos homossexuais, e essas tendências aparecem até mesmo em países que toleram bastante a conduta homossexual, como a Holanda.

Homossexualismo como defensiva

A própria existência do relatório, porém, é evidência de que a elite homossexualista atualmente no poder na AAP está na defensiva, e está buscando preservar sua ideologia de permissividade sexual como paradigma na classe de psicologia.

Depois de se render à cultura hedonista na década 1970 e 80, a profissão dos psicólogos dos EUA se transformou num meio para os pacientes desculparem e se reconciliarem com condutas autodestrutivas, irracionais e narcisistas, pagando a um “especialista” para aliviar-lhes a consciência lhes assegurando que a “ciência” está do lado deles.

Contudo, um número crescente de profissionais de saúde mental cujas instituições lhes foram roubadas por ativistas políticos na década de 1970 estão agora se levantando para pegar de volta sua profissão no nome da verdadeira ciência e saúde dos pacientes.

O Dr. Robert Perloff, ex-presidente da AAP, deu apoio público à Organização para a Pesquisa e Tratamento da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), a maior organização americana dedicada ao tratamento de atrações homossexuais indesejadas, e denunciou a campanha da AAP contra tal tratamento.

“A ideologia daqueles que se opõem aos esforços para tentar facilitar transferências da AMS — isto é, Atração de Mesmo Sexo — para a atração heterossexual não deve permanecer no caminho daqueles indivíduos homossexuais que desejam viver suas vidas heterossexualmente, uma escolha que indiscutivelmente é eles que têm de fazer”, disse ele numa declaração filmada mostrada na reunião anual da NARTH em 2008.

O Dr. Robert Spitzer, que foi chamado o “arquiteto” da normalização da homossexualidade na Associação Americana de Psiquiatria na década de 1970, provocou revolta da elite homossexualista quando confessou em 2001 que sua própria investigação o havia convencido de que a terapia de reorientação sexual pode funcionar.

Seu estudo, publicado nos Archives of Mental Health (Arquivos de Saúde Mental, uma publicação revisada por especialistas) em 2003, constatou que a maioria de sua amostra de 247 pessoas havia desenvolvido desejos heterossexuais ou havia cessado de serem predominantemente homossexuais depois de apenas um ano de terapia. Nenhum paciente disse que foi prejudicado no processo.

Depois de apresentar seu estudo diante da Associação Americana de Psiquiatria em 2001, Spitzer disse: “Estou convencido, a partir das pessoas a quem entrevistei… muitas delas… fizeram mudanças substanciais para se tornarem heterossexuais. Comecei este estudo cético. Agora afirmo que dá para se aceitar essas mudanças”.

Outras personalidades proeminentes da psiquiatria e psicologia também levantaram a voz em protesto, inclusive o Dr. Jeffrey Satinover, psiquiatra e físico que testificou diante do Congresso em favor da terapia reparativa, e denunciou em seu livro “Trojan Couch” (O Divã de Tróia) que as profissões de saúde mental foram seqüestradas pelos ideólogos homossexualistas.

“Alguns de meus colegas psiquiatras e psicólogos teceram para si mesmos seu próprio conjunto de vestes ilusórias de autoridade, e durante os 35 anos passados vêm publicamente proclamando doutrinas que dependem da autoridade que decorre da crença do público de que essas vestes existem” disse Satinover numa entrevista recente.

“A mudança de diagnóstico removeu em 1973 a homossexualidade como desordem formal do Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Mentais (MDM), uma mudança que muitos agora aceitam como simplesmente inquestionável apesar do fato de que foi baseada totalmente em ficção”, acrescentou ele.

“A questão não é somente a homossexualidade”, disse Satinover, “mas em vez disso, ser livre de todas as restrições sexuais. Por milhares de anos, essa tem sido uma questão para a civilização… Hoje temos tão poucos limites morais que estamos de fato num total mar de confusão. Estamos sendo engolidos por ondas de descontrolados instintos comportamentais que estão todos sendo rotulados de ‘normais’ porque ninguém mais tem juízo para reconhecer o que é certo e o que é errado”.

Para onde a psicologia está nos levando?

O debate sobre a terapia reparativa para a homossexualidade é muito mais profundo do que a questão em si. Comprovadamente, é um debate sobre o futuro das profissões de psicologia.

Embora haja sinais de que um número crescente de especialistas de saúde mental esteja dando uma olhada honesta nos fatos com relação à conduta homossexual e à terapia de orientação sexual, há outros sinais que prognosticam um futuro ainda mais sombrio para a profissão.

Em 1998, a AAP divulgou um estudo de três pesquisadores de psicologia da Universidade Temple, da Universidade da Pensilvânia e da Universidade de Michigan, afirmando que o “potencial negativo” do sexo adulto com crianças é “exagerado” e que “a vasta maioria dos homens e das mulheres não relataram nenhum efeito sexual negativo de suas experiências de abuso sexual”. O estudo chegou a afirmar que um grande número das vítimas relatou que suas experiências foram “positivas”, e sugeriu que a frase “abuso sexual infantil” fosse substituída por “sexo entre adultos e crianças”.

A AAP não só aprovou o estudo por meio de seu processo que passa pela revisão de outros especialistas, onde foi aprovado por muitos psicólogos associados à AAP, mas chegou a publicá-lo numa de suas revistas, a Psychological Bulletin. Além disso, quando a Dra. Laura Schlessinger, apresentadora de programa de rádio, e vários grupos pró-família levantaram objeções, a AAP defendeu o artigo por um ano inteiro. Quem também o defendeu foi a Associação Americana para o Avanço da Ciência, que friamente declarou que “não viu nenhuma evidência clara de aplicação indevida de metodologia ou outras práticas questionáveis por parte dos autores do artigo”.

Embora a óbvia insanidade e destrutividade do conteúdo tivessem que ter impedido a AAP de publicar o artigo em primeiro lugar, os libertinos sexuais que dão as ordens na AAP só divulgaram uma retratação silenciosa depois que o Congresso dos EUA entrou na briga, aprovando uma resolução sem precedentes condenando o estudo.

A publicação do estudo foi apenas um exemplo da insanidade perpetrada por profissionais de saúde mental em revistas revisadas por especialistas. Um dos três autores do estudo, Robert Bauserman, é conhecido por ter publicado no passado “estudos” em defesa da pedofilia, inclusive um estudo na hoje extinta revista Paidika, a Revista da Pedofilia, cujos editores confessaram ser pedófilos.

Desde o artigo de 1998, Bauserman e seu colega autor Bruce Rind continuaram a escrever mais artigos defendendo o abuso sexual infantil. Seus artigos apareceram em tais revistas de grande circulação como Archives of Sexual Behavior (2001) e Clinical Psychology (2003). Ao que tudo indica, a classe de psicólogos se sente à vontade com o trabalho de Bauserman e Rind, e pretende continuar a publicar o que eles escrevem.

Outro psicólogo que defende o abuso sexual de crianças é o Dr. Theo Sandfort. Ele recebeu aceitação, ratificação e reconhecimento das profissões de saúde mental, e é atualmente professor associado de Ciências Sócio-médicas Clínicas (em Psiquiatria) na Universidade de Columbia. Sandfort publicou um estudo de 1981 que afirmava que mesmo meninos de 10 anos tinham experiências “positivas” em seus “relacionamentos sexuais” com adultos.

Enquanto era co-diretor do programa de pesquisas do Departamento de Estudos Gays e Lésbicos da Universidade de Utrecht, Holanda, Sandfort entrevistou 25 meninos entre as idades de 10 e 16 que estavam em tais “relacionamentos sexuais” — isto é, eles estavam sendo abusados sexualmente por adultos. Aliás, os próprios abusadores levavam suas vítimas até Sandfort de modo que eles as pudesse entrevistar. Quando as vítimas deram para Sandfort suas respostas “positivas”, ele convenientemente as gravou.

“Praticamente para todos os meninos… o contato sexual em si foi experimentado de forma positiva”, escreveu Sandfort, sem um pingo de ironia.

O fato de que Sandfort estava promovendo o abuso sexual de menores com a ajuda de seus abusadores não parece tê-lo deixado incomodado. Nem incomodou seus então funcionários na Universidade de Utrecht. Nem incomodou a Universidade de Columbia, que mais tarde lhe deu um cargo de professor, mesmo depois que ele continuou a escrever artigos tais como “Pedophile relationships in the Netherlands: Alternative Lifestyles for Children?” (Relacionamentos Pedófilos na Holanda: Estilos de Vida Alternativos para Crianças?) e livros tais como “Childhood Sexuality: Normal Sexual Behavior and Development” (Sexualidade Infantil: Conduta e Desenvolvimento Sexual Normal) em 2000.

Não incomodou a AAP também, que nomeou Sandfort como membro oficial da AAP desde 2002.

A defesa e até mesmo a promoção de especialistas de saúde mental que defendem o abuso sexual de crianças é um movimento apavorante, mas que dava para se esperar, pois é um efeito que vem aumentando em tamanho desde que a elite da AAP adotou o hedonismo sexual. Essas mudanças ameaçam não somente os homossexuais, que são enganados pelo argumento sedutor de que não há nada com que se preocupar com sua orientação, mas ameaçam também a própria psicologia e psiquiatria.

O resultado da atual batalha envolvendo a ciência da homossexualidade poderá bem decidir o futuro das profissões de saúde mental. Elas se afastarão da beira do precipício ou se atirarão nele? E o que será das sociedades que dão crédito aos conselhos delas?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O Grande Milagre Brasileiro

Fenomenal resistência de minoria cristã pobre do Brasil emperra avanço de várias ameaças da agenda gay subsidiadas pelo governo Lula

Barack Obama, o aspirante a Anticristo, mal entrou no governo dos EUA e já está avançando leis anti-“homofobia”.

Há anos, Lula vem tentando avançar essas leis no Brasil, com a ajuda de muitos grupos homossexuais que recebem treinamento e dinheiro de poderosas organizações dos EUA, mas ele está tropeçando em dificuldades por causa de uma oposição bem pequena. Por que Obama, em tão curto tempo, está tendo mais sucesso do que Lula?

A oposição a essas leis no Brasil e nos EUA vem sendo feita por cristãos conservadores. A diferença é que, enquanto os cristãos conservadores dos EUA contam com numerosos grupos pró-família muito bem financiados, a mobilização cristã brasileira mais parece um bando de gente que saiu da Guerra dos Farrapos. Eles não têm recursos, não tem emissoras de TV, etc.

Isso não significa que no Brasil não há grupos cristãos fortes e muito bem financiados. A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) tem vastos recursos financeiros, rádios e muitas emissoras de televisão, inclusive a Record, o segundo maior canal de TV do Brasil. Há também a Igreja Renascer em Cristo e muitas outras denominações com canais de TV. O denominador comum dessas poderosas organizações evangélicas é o apoio ao mesmo governo que vem promovendo o aborto e o homossexualismo.

A pequena mobilização cristã no Brasil não conta com nenhuma organização poderosa e ainda tem de enfrentar o governo Lula, a mídia esquerdista, os evangélicos e católicos progressistas e a omissão da vasta maioria dos líderes cristãos que prefere não falar publicamente contra as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do governo.

O único recurso da minoria cristã ativa é a oração e ação.

Os poderosos

Diante das ameaças da agenda gay no Brasil, onde estão os poderosos líderes evangélicos? Os poderosos estão com os poderosos. Não é por acaso que a inauguração da Record News teve o comparecimento do “poderoso” Lula, que queria estar junto com o “poderoso” Bispo Edir Macedo, fundador da “poderosa” IURD. Os poderosos agradam aos poderosos.

Nas eleições presidenciais passadas, líderes da IURD apoiaram Lula, e por sua vez Lula os apoiou. Eles são aliados.

Por isso, Lula, cujo governo é abertamente pró-aborto, pró-homossexualismo e pró-socialismo, se sente à vontade com a TV Record, que está numa firme campanha a favor do aborto. Em entrevista à revista Veja, o Bispo Honorilton Gonçalves, o homem forte da IURD responsável pela Record, revelou o motivo por que a Record defende o aborto.

Revista Veja: “Recentemente, a Record assumiu publicamente a posição pró-aborto — que coincide com a visão da Universal sobre o tema. Por que adotar essa posição?”

Bispo Gonçalves: “Foi uma orientação direta do senhor Edir Macedo, que nos pediu que conscientizássemos a sociedade da importância de a mulher poder decidir sobre o seu próprio destino”.

Mais tarde, o próprio Bispo Macedo se pronunciou no jornal Folha de S. Paulo.

Folha de S. Paulo: Em sua biografia, o sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto. Por quê?

Bispo Macedo: Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões…

Com essa mesma base “moral”, Macedo recentemente levantou a acusação de que “muitos ‘cristãos’ têm tratado os homossexuais como os leprosos do passado”. No que se refere ao Evangelho, os cristãos condenam o pecado, mas não o pecador. No que se refere às suas responsabilidades sociais, eles divulgam para a sociedade a condenação divina ao homossexualismo, e por causa disso eles mesmos são condenados pelos ativistas gays e pela sociedade como condenadores de homossexuais. E agora Macedo se junta ao coro social e gay, fazendo a comparação de homossexuais e leprosos, como se fossem iguais.

Será que Macedo viu “muitas” igrejas cristãs enxotando “muitos” homossexuais? Talvez ele tenha visto “muitos” cristãos se afastando de homossexuais se beijando mutuamente em público. Ou talvez os “muitos” cristãos sejam, de acordo com a opinião “moral” dele, a mobilização cristã contra o PLC 122 e outros projetos de lei anti-“homofobia”…

Enfim, será mesmo que os homossexuais de hoje são como os leprosos do passado?

“A lepra é um direito humano inalienável!”

Talvez Macedo não saiba, mas os leprosos do passado não tinham nenhuma liberdade de realizar imensas paradas do “orgulho leproso”. Eles também não podiam se beijar publicamente e pressionar as câmaras municipais, as assembléias legislativas e o Congresso Nacional em favor de leis contra a “leprofobia”.

Não havia nenhuma lei de combate à “leprofobia” para combater os “leprófobos” e não havia nenhum dia da visibilidade dos leprosos. Não havia também meios para processar os sacerdotes que dissessem qualquer coisa negativa contra a lepra.

Os leprosos não tinham nenhuma liberdade de se manifestar em rádios, TVs, jornais e revistas dizendo: “A lepra é um direito humano! A lepra é um estilo de vida normal. Tenho o direito de ser leproso, pois nasci assim!”

Pobres ativistas homossexuais de hoje! Eles também não têm nenhum desses direitos!

O Bispo Macedo não é bobo — no sentido puramente secular. Ele é esperto — no sentido puramente secular. Ele sabe — ou deveria saber — que quem ordenou o isolamento social dos leprosos no Antigo Testamento foi Deus, não os religiosos do passado. E Deus só quebrou esse isolamento quando Jesus tocou os leprosos. Deus ordenou o isolamento, e ele mesmo o quebrou para trazer cura.

Qual é então a motivação de Macedo em sua comparação de homossexuais com leprosos?

Agradando aos poderosos

Ele sabe que duas importantes questões para o governo Lula, para a elite social e para o próprio governo mundial são o aborto e o homossexualismo. Quem favorece essas duas questões recebe os favores do governo Lula. Quem favorece essas duas questões recebe os favores da elite social, do governo de Obama, da ONU, etc.

Ainda mais quando a IURD periodicamente enfrenta escândalos seriíssimos, nada melhor do que agradar à elite social para abafar debaixo do tapete suas “inconveniências” e escapar das covas de escândalos e corrupções.

Foi-se o tempo em que aqueles que tinham o título de “grandes homens de Deus” confiavam em Deus para sair da cova dos leões.

Daniel escapou da cova dos leões por causa da sua integridade diante de Deus, principalmente integridade espiritual e financeira. Hoje, os “grandes homens de Deus” saem das covas dos leões — covas de escândalos e corrupções que eles mesmos cavaram com sua falta de integridade — agradando aos poderosos.

A aprovação do aborto e do homossexualismo desagrada aos poderosos — inclusive muitos poderosos religiosos.

O que fazer então nesse clima político, social, cultural e religioso de hostilidade às posições bíblicas contra o pecado?

O cristão passivo diante do avanço do mal na sociedade

Os cristãos ingênuos têm uma resposta “espiritual” para esses desafios: Eles simplesmente se abstêm de agir e expressar as posições bíblicas. Imagine um desses cristãos lá na Alemanha nazista comentando com outro na rua: “Irmão, não se revolte nem reaja contra o mal que você está vendo na sociedade nazista. Lembre-se: nosso destino é o céu e não devemos nos preocupar com as coisas daqui da terra. Vamos orar por Hitler, pois ele precisa de salvação. Vamos orar pelos nazistas, pois eles precisam de salvação. Vamos orar pelos judeus perseguidos também. Nossa missão é apenas orar. Nada mais”.

A Alemanha nazista, cuja cúpula política era composta majoritariamente de violentos fascistas homossexuais, era uma sociedade onde a eutanásia, o aborto, o evolucionismo e outras perversidades eram ativamente promovidos, diante da passividade da esmagadora maioria dos cristãos alemães.

Passividade não é chamado para nenhum verdadeiro cidadão do Reino de Deus. Passividade não é o meu chamado. Sou um intercessor firme há mais de 20 anos. Sei por experiência própria que primeiro Deus nos chama para a oração e depois para a ação.

A quem agradar?

Orações que não levam à ação espiritual são rezas religiosas vazias, sem poder para influenciar a própria vida ou a nação.

Por isso, não sou apegado a rezas, mas apegado ao Deus todo-poderoso através da oração e leitura da Palavra de Deus.

Desagradando aos poderosos, que querem impor o “casamento” homossexual e outras loucuras homossexuais na sociedade, eu falo o que Deus fala sobre homossexualismo.

Desagradando aos poderosos, que querem impor uma normalidade homossexual totalmente antinatural e criminalizar toda tentativa de ajudar as pessoas que querem sair do homossexualismo, eu falo que Deus tem cura, esperança e libertação para todos, inclusive para quem está no homossexualismo.

Como então explicar que uma minoria cristã pobre está conseguindo barrar várias ameaças da agenda gay no Brasil?

O grande milagre brasileiro está sendo possível não por causa dos religiosos poderosos, mas por causa daqueles que, mesmo desagradando aos poderosos, querem agradar apenas ao Todo-poderoso.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Coreia do Norte executa mulher que distribuía Bíblia

Uma mulher cristã acusada de distribuir a Bíblia, livro banido na comunista Coreia do Norte, foi executada publicamente pela infração no mês passado, informaram ativistas sul-coreanos nesta sexta-feira. Ela foi morta na cidade de Ryongchon, perto da fronteira com a China.

Mãe de três filhos, Ri Hyon Ok, de 33 anos, também foi acusada de ser espiã da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, e de organizar dissidentes, segundo um grupo direitista de Seul, citando documentos obtidos sobre ações no país vizinho.

De acordo com o relatório da Comissão de Investigação sobre Crimes Contra a Humanidade, o marido, os filhos e os parentes de Ri foram enviados a uma prisão política no dia seguinte à sua execução, em 16 de junho. A agência de notícias oficial da Coreia do Norte não se pronunciou sobre o caso.

A morte é o mais recente capítulo violente envolvendo religião na Coreia do Norte, um país onde o cristianismo floresceu e cuja capital, Pyongyang, já foi conhecida como a "Jerusalém do Oriente" pela predominância da fé cristã.

A Constituição do país garante a liberdade religiosa, mas, na realidade, o regime comunista restringe severamente a prática de religiões. O culto à personalidade criado pelo fundador Kim Il-sung e usufruído por seu filho, o atual líder Kim Jong-il, serve como uma espécie de religião do Estado. Aqueles que violam as restrições são comumente acusados de crimes como espionagem ou atividades contra o governo.

Quatro igrejas têm autorização do governo para funcionar: uma católica, duas protestantes e uma ortodoxa russa. No entanto, elas atendem somente os estrangeiros, pois norte-coreanos não podem comparecer às missas. Ainda assim, estima-se que mais de 30 mil cidadãos pratiquem a fé cristã escondidos, o que representa um grande risco pessoal, dizem desertores e ativistas.

Um estudo americano sobre abertura religiosa no mundo divulgado em maio de 2008 afirma que "não há genuína liberdade religiosa" na Coreia da Norte.

"As práticas e locais autorizados à reza (...) são fortemente controlados e usados para disseminar a mentalidade política e diplomática do governo", afirma o relatório. "Outras atividades públicas e privadas são proibidas e qualquer pessoa que for descoberta se engajando em práticas clandestinas sofre discriminação por parte das autoridades, é presa e, possivelmente, executada", acrescenta.

- A Coreia do Norte parece ter julgado que as forças cristãs poderiam representar um perigo para seu regime - disse o ativista Do Hee-youn à AP nesta sexta-feira em Seul.

Segundo o estudo americano, há cerca de 6 mil cristãos presos na "Prisão nº 15", no Norte do país, onde presos religiosos têm tratamento pior que os demais.

fonte:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/07/24/coreia-do-norte-executa-mulher-que-distribuia-biblia-dizem-ativistas-756959547.asp

terça-feira, 21 de julho de 2009

Entrevista de Julio Severo para a revista Cristianismo Hoje

Cristianismo Hoje: Que tipo de ameaças o senhor recebeu por conta de sua militância contra a homossexualidade e que o obrigaram a deixar o país?

Julio Severo: Já recebi emails ameaçando processos, sem contar os inúmeros xingamentos. Várias comunidades no Orkut ligadas a mim ou feitas para honrar meu trabalho foram denunciadas e fechadas. Em contrapartida, as muitas comunidades que me denunciam como “criminoso” nunca foram fechadas. Essas comunidades encaminham o público radical a fazer denúncias diretamente nos órgãos do governo Lula.

Em julho de 2007, meu blog foi fechado pelo Google depois de uma longa campanha de denúncias de ativistas homossexuais. Graças à intervenção de advogados evangélicos e um procurador, o Google liberou meu blog, entendendo que meu direito de livre expressão estava sendo violado. [Não posso deixar de mencionar também o papel importante do filósofo Olavo de Carvalho, que na época escreveu um artigo em minha defesa no Jornal do Brasil.]

Em sua página pessoal de internet, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, Luiz Mott, publicou o nome completo, endereço e telefone de “Julio Severo”. Felizmente para mim e minha família, ele postou os dados de outra pessoa! Tempos atrás interceptei mensagem de Luiz Mott a outros líderes gays, onde havia o pedido para que se levantassem a meu respeito informações pessoais como nome completo, endereço, fotos, histórico, etc.

Além disso, sou alvo de outros tipos de ataques. Regularmente aparecem páginas de internet, com conteúdo de pornografia homossexual, contendo meu nome, como se eu estivesse ligado a tais obscenidades. O objetivo, sem dúvida, é levar o internauta que pesquisa meu nome a terminar numa dessas páginas pornográficas. Um conhecido site esquerdista chegou a publicar uma entrevista forjada, onde o falso “Julio Severo” se confessa um homossexual promíscuo.

Precisei sair do país depois que procuradores, numa atitude abusiva, intimaram um amigo meu a revelar minha localização. Mesmo depois que meu amigo declarou, com a ajuda de um advogado, que ele não tinha nenhuma responsabilidade pelo conteúdo do meu blog, o MPF continuou intimando-o. A alegação deles é que havia uma queixa de “homofobia” registrada contra mim em 2006.

Cristianismo Hoje: Onde o senhor está atualmente? Há quanto tempo o senhor está neste local? Por que a opção por este local?

Julio Severo: O lugar em que estou foi escolha de um evangélico que escutou um apelo em favor de mim. Esse apelo foi feito pelo filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, através de seu programa de rádio na internet. Depois de ouvir o apelo, ele se mobilizou para ajudar.

Cristianismo Hoje: Quando o senhor pretende voltar ao Brasil? Sua volta depende de quê?

Julio Severo: O Brasil está descaradamente caminhando para uma ditadura cultural e legal pró-homossexualismo e pró outras perversões, inclusive o sacrifício de crianças com amparo estatal. Que chances tenho eu de prosseguir meu trabalho sem sofrer muitas outras ameaças?

Além disso, outras posições cristãs e éticas que eu e minha família temos são encaradas injustamente como “crimes” pela pseudo-democracia brasileira, trazendo grandes riscos de segurança para nós. Defendemos abertamente a educação escolar em casa, opção educacional que estava disponível para as famílias brasileiras até que os esquerdistas suprimiram, sem que ninguém percebesse, tal liberdade na Constituição de 1988. Em países genuinamente democráticos, nenhum pai ou mãe enfrenta perseguição por educar os filhos em casa.

No Brasil, o mesmo Estado incompetente que não consegue tirar crianças das ruas consegue invadir lares e ameaçar pais e mães inocentes com prisão pelo “crime” de educar em casa. Eu pessoalmente vi, em São Paulo e no Rio, crianças nas ruas pedindo esmola. Em São Paulo vi uma menina de 8 anos pedindo esmola às 23h30min! Contudo, se ela fosse uma menina educada em casa, bem alimentada e segura, as autoridades incompetentes conseguiriam invadir seu lar, tomar-lhe a guarda e, quem sabe, entregá-la em adoção a um “casal” homossexual.

Defendo também a liberdade de os pais optarem por não vacinar seus filhos, considerando o fato gravíssimo de que a maioria das vacinas infantis é feita a partir de linha de células fetais de bebês abortados.

Tive também acesso à informação confidencial de fonte de alto nível me avisando do Ministério da Saúde (MS) preparando medidas e retaliações contra mim porque o MS atribuiu diretamente aos meus textos o baixo índice de vacinação em sua recente campanha da rubéola. A própria imprensa brasileira confirmou o impacto dos meus artigos como importante fator na conscientização da população, onde um grande número acabou rejeitando a vacinação durante a campanha da rubéola.

No Brasil, posturas éticas em defesa da liberdade de escolha e dos direitos prioritários dos pais em importantes decisões de educação e saúde dos filhos estão custando um alto preço para muitos pais cristãos. Eu e minha família vivemos essa dura realidade na própria pele.

Enquanto a maioria absoluta dos brasileiros (pais, mães, cristãos, etc.) vai perdendo direitos necessários sem nem mesmo perceber, a minoria homossexual ganha do Estado o direito completamente desnecessário de promover e praticar o ato de enfiar ou receber o pênis no ânus. Atribuo a cegueira do povo brasileiro (inclusive católicos e evangélicos) às campanhas de doutrinação estatal com a cumplicidade da mídia comprada.

Uma sociedade justa e saudável tem escolas que, em vez de doutrinarem as crianças no homossexualismo, ensinam o valor do casamento, o valor do papel do pai e da mãe, o valor do sexo conjugal e desestimulam as crianças de todo comportamento nocivo, inclusive o homossexualismo. Uma sociedade que não tem essa justiça inevitavelmente acaba perseguindo as pessoas honestas e justas.

Cristianismo Hoje: O senhor diz que saiu com sua mulher e dois filhos. Qual tem sido sua atividade aí e de onde vem seu sustento?

Julio Severo: Minha atividade aqui é exatamente a mesma atividade que Deus me deu no Brasil: alertar, informar, conscientizar, através do meu blog. Não vou abandonar minhas responsabilidades para com o Brasil.

Meu sustento atual está vindo da colaboração voluntária dos leitores e admiradores do meu blog.

Cristianismo Hoje: O senhor diz que promotores do Ministério Público têm pressionado pessoas conhecidas suas no Brasil para que informem seu paradeiro. Quem são estes promotores? O MP já abriu investigação contra o senhor?

Julio Severo: Tecnicamente, seria impossível o Brasil se tornar a nação mais obcecada do mundo na promoção do homossexualismo, mas isso aconteceu. Tecnicamente, não haveria o que o MPF fazer contra mim, pois não existe nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil. Mesmo não havendo tal lei, outros cristãos brasileiros já foram perseguidos por “homofobia”. Que país é esse, que age arbitrariamente com base exclusiva nos sentimentos pró-homossexualismo do presidente Lula? Que tipo de justiça eu posso sofrer por minhas posições públicas sobre o homossexualismo, sendo inclusive autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado há 11 anos pela Editora Betânia?

O que poderiam fazer, conforme orientações que recebi de advogados católicos e evangélicos, é tentar me cercar com outras acusações mais viáveis, e isso já está sendo feito. À queixa de “homofobia” foram adicionadas posteriormente queixas de jornalistas muçulmanos e adeptos de religiões afro-brasileiras. As novas acusações no MPF partiram de indivíduos insatisfeitos com os textos do meu blog sobre as práticas de bruxaria e da religião muçulmana.

Antes que fechassem o cerco, tomei a iniciativa de proteger minha família e meu trabalho, pois posso continuar alertando o Brasil a partir de qualquer localidade do mundo. Saí também para aliviar as pressões injustas do MPF sobre um amigo.

Cristianismo Hoje: Se o PL 122/2006 ainda não foi aprovado, com base em qual instrumento legal o senhor seria denunciado?

Julio Severo: Na base da pura truculência estatal. A VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã) teve seu direito de livre expressão totalmente violado numa campanha de defesa da família, pois sob pressão de ativistas gays e do governo federal uma juíza acolheu contra a VINACC queixa de “homofobia”. Isso ocorreu em 2007, um ano depois da primeira queixa contra mim. Ainda em 2007, o Pr. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, foi intimado porque o maior ativista homossexual do seu estado entrou com queixa por “homofobia”, posteriormente desistindo da ação, por causa das pressões contrárias que eu e meus amigos conseguimos levantar. Infelizmente, porém, a VINACC foi obrigada a remover seus outdoors pró-família. Tudo o que os outdoors diziam era: “Homossexualismo: E Deus os criou homem e mulher e viu que isso era bom”. Essa simples declaração foi considerada “criminosa” e “homofóbica”. Só um governo ditatorial proibiria tal campanha pacífica. Tal é o governo Lula.

Cristianismo Hoje: Em que etapa está o processo que foi movido contra o senhor pela ABGLT?

Julio Severo: Não sei. A ABGLT (agora ABLGT) entrou com queixa contra mim por “homofobia” em novembro de 2007, pedindo o fechamento do meu blog e ações criminais contra minha pessoa. Poderíamos desconsiderar essa ameaça como sem efeito, pelo tempo que já passou. Foi o que fiz também em 2006, quando recebi um email da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, dizendo que estavam entrando com queixa contra mim no MPF. Não dei atenção, pois recebo muitas ameaças. Para mim, era apenas mais uma ameaça. Contudo, no final de 2008, um amigo meu entra em contato comigo dizendo que estava sendo intimado pelo MPF a revelar minha localização. Com a ajuda de um advogado, ele se defendeu, porém o MPF não aceitou a defesa e continuou pressionando. Para um queixa de “homofobia” de 2006 que eu achava que não ia dar em nada, acabou dando nisso. E ainda há outras queixas: Em maio de 2008, Luiz Mott, em confissão pública, declara também que entrou com queixas contra mim no MPF e outros órgãos.

Cristianismo Hoje: Quem está no Brasil defendendo seus interesses e seus direitos?

Julio Severo: Um escritório de advocacia, de direção evangélica, assumiu voluntariamente a defesa de meu direito de livre expressão.

Cristianismo Hoje: O senhor tem recebido apoio de alguma pessoa, igreja ou instituição?

Julio Severo: Antes de sair do Brasil, recebi muitas manifestações de carinho e apoio, desde irmãos em Cristo simples como eu até pastores, advogados, promotores e outros líderes.

Cristianismo Hoje: Por que o senhor começou sua militância nesta área do homossexualismo e suas relações com a fé cristã e desde quando está envolvido nisto?

Julio Severo: No começo de 1995 senti claramente Deus me dirigindo a escrever um livro sobre a ameaça do movimento homossexual. Durante algumas semanas, hesitei, pois o tema homossexual era um tabu enorme. Não havia paradas gays, nem a obsessão homossexual que vemos hoje em tudo: escolas, mídia, etc. Depois de algum tempo, venci meus temores e aceitei o chamado do Espírito, começando a pesquisar sobre o movimento homossexual. Quando, em meados de 1995, ocorreu no Brasil a primeira conferência internacional da ILGA no hemisfério sul, entendi a intenção divina de me chamar para o combate, pois depois da conferência os grupos gays brasileiros ganharam um impulso extraordinário para avançar. Deus antecipou essa agressão espiritual do inferno com uma ação da agenda do Reino de Deus. Foi assim que nasceu meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998.

Cristianismo Hoje: O senhor já teve algum envolvimento pessoal com homossexualismo? Caso positivo, como se deu a sua mudança de comportamento, já que hoje o senhor mantém há longo tempo uma relação heterossexual estável que já lhe deu dois filhos?

Julio Severo: Nunca fui homossexual.

Cristianismo Hoje: O senhor se denomina um ativista pró-família. Em quê consiste seu trabalho?

Julio Severo: Essa designação me foi dada por líderes evangélicos e católicos nos EUA, exatamente pela repercussão de meus artigos em inglês em defesa da família. Meu trabalho consiste principalmente em alertar e defender os valores da família. As famílias precisam compreender fatos fundamentais: 1. Filhos são bênçãos inigualáveis. 2. Decisões de saúde e educação dos filhos pertencem prioritariamente aos pais. Portanto, as famílias precisam lutar contra o Estado voraz que, em desafio ao planejamento divino, desvaloriza os filhos, o lar, o papel das mulheres, o casamento e usurpa os papéis dos pais, removendo deles o direito prioritário de decidir questões de saúde e educação dos filhos. Hoje o Estado amigo-da-onça é a maior ameaça à integridade da família.

Cristianismo Hoje: Muitos de seus detratores o chamam de radical. O senhor se considera um fundamentalista?

Julio Severo: Sou apenas um servo de Deus, radicalmente apaixonado por Jesus. Muitas igrejas do Brasil, tanto evangélicas quanto católicas (não o Vaticano, que é conservador), estão radicalmente comprometidas com a esquerda e é natural que queiram tachar de radical quem ouse pensar diferente da ideologia predominante na sociedade e nas igrejas. Quanto às designações, no final vai valer somente o que Deus disser. Por isso, minha meta é agradar a Deus.

Cristianismo Hoje: A sexualidade, além de tabu entre muitos evangélicos, é uma das questões que mais suscitam polêmica neste segmento. Em sua opinião, por que isso acontece, levando-se em conta a concepção cristã de que o sexo é uma dádiva de Deus a seus filhos?

Julio Severo: Se perdermos de vista o propósito de Deus para o sexo, perdemos o rumo de tudo na área sexual. Deus conferiu aos seres humanos a capacidade reprodutiva, onde podemos dar continuidade à maior obra que Deus criou no começo de tudo: o homem e a mulher. Na sexualidade, participamos com Deus no Seu projeto de criação. É como no evangelismo. É um prazer ver uma alma sendo resgatada pelo sacrifício de Jesus. Mas a alma do evangelismo não é o prazer. O mesmo se aplica à sexualidade. O prazer tem seu papel, porém o propósito prioritário do sexo é o estabelecimento da família: pai, mãe e filhos. Sem tal perspectiva, o sentido do sexo se evapora.

Cristianismo Hoje: O aborto é um tema do interesse evangélico? Faz parte da agenda da liderança evangélica? Por que não, ou por que sim? De que forma? Como foi a repercussão de sua polêmica com o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, sobre esse assunto?

Julio Severo: Acho o aborto um problema muitíssimo importante, pois envolve o sacrifício dos inocentes. Sabemos que Satanás exige tais sacrifícios a fim de operar mais na sociedade. Por isso, para ele é de fundamental importância legalizar tais sacrifícios. A legalização do aborto faz parte de um projeto das trevas para expandir a atividade demoníaca na sociedade, com suas conseqüentes devastações.

Infelizmente, as igrejas evangélicas de forma geral estão em cima do muro. Somente o Vaticano (não a CNBB) tem uma voz cristã clara, objetiva e forte nessa importante questão.

Fazia parte da agenda dos israelitas, sob o comando de Deus, exterminar os sacrifícios de crianças da Terra Prometida, e havia conseqüências graves quando eles não conseguiam cumprir tal missão. O motivo por que não faz parte da agenda da vasta maioria das igrejas evangélicas brasileiras exterminar toda medida política, legal e cultural que favorece o aborto é porque os evangélicos perderam a visão e o respeito pelo valor dos filhos. Filhos são bênçãos especiais e essenciais no projeto de Deus para o casamento e sexualidade.

Uma cultura que desvaloriza crianças (e temos de reconhecer que a atual cultura é fundamentalmente contraceptiva) fatalmente valoriza o aborto. Todas as sociedades contraceptivas legalizam o aborto. Ao invés de confrontar a cultura anti-bebê e anti-criança, tudo o que as igrejas têm conseguido fazer é se adaptar. É uma apostasia que começou na área sexual, atingiu o casamento e família, e agora atinge em cheio os púlpitos, tornando as igrejas cristãs e suas mensagens quase que socialmente insignificantes.

A luta contra o aborto envolve necessariamente o resgate do valor original da sexualidade e filhos. Quando os casais e as igrejas tornam as crianças irrelevantes para o sexo e família, eles próprios se tornam irrelevantes.

Quanto à IURD, suspeito que se estivessem presentes nos tempos de Josué e Davi eles apoiariam os cananeus e seus sacrifícios de crianças, pois só quem gosta de tais sacrifícios é que apóia o aborto. Ao apoiar o aborto, a IURD se descaracterizou completamente como entidade cristã.

Cristianismo Hoje: Embora desagrade os crentes, a regulamentação da união civil entre homossexuais parece estar vindo para ficar – por todo o país, diversos tribunais têm não apenas reconhecido os direitos civis decorrentes dessa união, como também concedido aos parceiros gays até mesmo o direito à adoção de filhos na condição de “dois pais” ou “duas mães”. No entanto, as Igrejas Católica e Evangélica permanecem frontalmente contrárias a tal prática, atuando no sentido de que não seja regulamentada. Em um Estado democrático de Direito, qual legitimidade tem o segmento religioso de interferir na vida em sociedade?

Julio Severo: Em um legítimo Estado democrático de direito, a família natural e seus interesses são respeitados e protegidos acima de todo e qualquer interesse de outros grupos. O que o falso Estado democrático de direito quer impor é a descaracterização da família e sua importância, colocando como prioridade um comportamento sexual anti-natural que nenhuma função tem para a preservação da espécie humana ou para a estabilidade da família humana. Do ponto de vista natural, a homossexualidade é uma das maiores aberrações e ameaças à família natural.

A sociedade é dividida em diferentes segmentos ideológicos. Há o segmento que tem ideologias religiosas e o segmento que tem a ideologia homossexual. Se a maioria religiosa não tem, conforme a opinião do “Estado democrático de direito”, o direito de impor sobre a sociedade seus valores, que direito tem então a minoria homossexual?

Do ponto de vista da democracia tradicional, é ditatorial submeter a vontade da maioria à vontade de uma minoria. Só uma democracia deturpada permitiria tal medida.

Esse embate, onde uma minoria é manipulada por um Estado de linha socialista para anular e silenciar a maioria, é o exemplo mais representativo e gritante da fomentação da luta de classes, estratégia marxista para a implantação de ditaduras.

O mundo foi criado por Deus, não pelo Estado. Nem as famílias, nem as igrejas, nem a sociedade e muito menos o Estado democrático de direito podem viver sem Deus e seus valores. Isso é impossível e destrutivo.

O chamado “Estado democrático de direito” não está acima de Deus e seus valores. Qualquer que seja o Estado, ele é ministro de Deus, conforme Romanos 13. Em outras palavras, o Estado tem o chamado e a obrigação de servir a Deus. Quanto a nós, não temos nenhuma obrigação de endeusar ou idolatrar o Estado, muito menos um Estado que descaradamente distribui cartilhas pornográficas e camisinhas para crianças de 10 anos nas escolas.

Temos também de notar que o Estado não tem chamado de criar direitos. Sua função básica é proteger os direitos naturais já existentes. Contudo, o Estado socialista estabelece direitos artificiais, criados à revelia da natureza e das leis divinas, que acabam ameaçando os direitos naturais. É o nazismo em roupagem “democrática”. Por falar em nazismo — que era a siga do Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista —, Hitler e a cúpula nazista eram homossexuais. Mera coincidência?

Cristianismo Hoje: Falta conscientização política e social aos pastores brasileiros? Por que isso acontece?

Julio Severo: Muitos pastores desconhecem os embates culturais e preferem não se envolver na política, por causa da corrupção presente até mesmo entre políticos evangélicos. A esquerda evangélica hoje detém quase que exclusivamente o monopólio da “conscientização política e social”. Daí, quando se fala em ação política ou social evangélica, a primeira imagem que vem à mente do público evangélico é a imagem de igrejas e grupos evangélicos atuando como se fossem meros braços assistencialistas do Estado socialista. Essa visão deformada é praticamente a única que os evangélicos do Brasil têm de “ação social”. Falta uma visão genuína de Reino de Deus para a atuação dos evangélicos na política brasileira.

Cristianismo Hoje: O combate ao sexo pré-conjugal é uma de suas bandeiras. Como convencer o jovem, inclusive o cristão, a manter a castidade num mundo que enfatiza o prazer e o descompromisso das relações?

Julio Severo: O tipo de castidade que as igrejas evangélicas hoje defendem é impossível, pois requerem dos jovens abstinência sexual, mas não propõem casamento quando os impulsos sexuais exigem satisfação a todo custo. O adolescente evangélico vai à escola, onde recebe doutrinação estatal para fazer sexo de todas as formas possíveis, vendo seus amigos namorando e fazendo sexo: o que ele acaba fazendo? Para piorar, as igrejas e as famílias dizem ao adolescente e ao jovem: reprima suas tentações e não pense em casamento até acabar os estudos. O resultado é que acontece hoje entre os jovens evangélicos exatamente o que está acontecendo entre os jovens não cristãos: sexo promíscuo.

Num tempo de suas vidas em que a prioridade de seus sentimentos está voltada ao sexo, as pressões principais sobre os jovens — vinda dos pais, dos amigos e das igrejas — colocam o casamento em último plano. Falta muita valorização do casamento e família para os jovens.

A Bíblia nos instrui: é melhor casar do que abrasar-se. O jovem vive muitas vezes abrasado. Como se isso não fosse suficiente, ele nasceu justamente numa era marcada pelo abrasamento, lascívia e prostituição. Por isso, quando o jovem não consegue mais se controlar, é fundamental não pressioná-lo a sacrificar possibilidades de casamento por causa de metas educacionais. De que adianta, do ponto de vista do Reino de Deus, um evangélico com diploma universitário com um rastro de prostituição? Tal rastro representa grandes perdas espirituais. Esse evangélico depois terá problemas pelo resto da vida, inclusive conjugais, pois sacrificou todos os seus valores em prol da deusa educação.

Portanto, se o jovem sente que é hora de casar, em vez de pressioná-lo ao contrário, as famílias evangélicas envolvidas deveriam apoiar e ajudar o moço e a moça a começarem sua vida juntos. Eles precisam se casar.

O que pude constatar em várias igrejas é que a maioria dos jovens que namoram já está fazendo sexo. Filhos de pastores estão engravidando moças fora do casamento. Filhas de pastores estão tendo bebês sem casar e às vezes até matando seus bebês escondido através do aborto. Tudo é sacrificado: bebês, casamento, moral, espiritualidade, comunhão com Deus. Tudo — menos as idolatradas metas educacionais.

Anos atrás um pastor evangélico me confessou que todos os jovens integrantes da equipe de louvor de sua igreja estavam fazendo sexo. O caminho certo é encaminhar rapidamente esses jovens ao casamento. Quando não são encaminhados, eles podem acabar trocando de “namoradas”, transformando assim seus relacionamentos em prostituição. Antes que se transforme em prostituição, é melhor transformar em casamento. Por isso, quando as famílias evangélicas sentem que o rapaz e a moça já estão num namoro, é recomendável ajudar num casamento sem demora.

Aliás, o conceito de namoro é uma invenção moderna sem nenhum apoio na Bíblia. Na área sexual e em outras áreas importantes, o que deve haver é compromisso. Não quer casar? Não namore. Quer sexo? Case. A Bíblia não diz: é melhor namorar do que abrasar-se. Recomendo a leitura do importantíssimo livro “Eu disse adeus ao namoro”, de Joshua Harris. A cultura do namoro leva menos ao casamento do que ao sexo promíscuo. Vale a pena optar pelo compromisso de casamento, em vez do namoro.

Só os rapazes e moças que não estão namorando ou não tendo nenhum tipo de relacionamento abrasante é que podem prosseguir com suas metas educacionais. Os outros, para o seu próprio bem-estar físico, moral, espiritual, psicológico e conjugal, precisam se casar o mais cedo possível.

Cristianismo Hoje: O senhor apresenta em alguns de seus posts uma forte tendência carismático-pentecostal – contudo, é um militante político-social, ao contrário da larga maioria dos crentes deste segmento, que costumam ser bem mais alienados, preferindo temas ligados à espiritualidade. Como fazer uma saudável conexão entre os dois extremos?

Julio Severo: Admiro grandemente Martinho Lutero e João Calvino em suas idéias políticas. Por exemplo, o conceito de porte de arma para a defesa pessoal e a pena de morte para assassinos eram idéias defendidas por esses dois grandes fundadores da Reforma. Eles eram politicamente mais bíblicos do que 99% dos evangélicos políticos que conheço hoje.

Tenho um relacionamento muito bom com reformados. Em 2006 o famoso teólogo reformado Harold O. J. Brown me convidou para preparar a edição de agosto do Religion & Society Report, um excelente período acadêmico conservador. O título do meu artigo de 12 páginas foi “Behind the homosexual tsunami in Brazil”, onde descrevo a esquerdização do Brasil, trazendo como conseqüência deterioração política, legal, cultural e estatal.

É claro que acima de tudo procuro me manter em sintonia com Jesus, que é o Rei do Reino de Deus. Esse Reino é essencialmente “político”, mas não no sentido desgastado que conhecemos. É um sistema de governo com leis e valores perfeitos.

Todos os cristãos são chamados a orar pedindo para que esse “Reino venha”, isto é, para que “esse Governo” venha. É a vontade de Deus que o Governo dEle avance no mundo que Ele criou. Quando oramos a famosa oração do “Pai nosso”, conscientemente ou não estamos pedindo para que o sistema político e legal de Deus seja estabelecido neste mundo. Portanto, não tenho como não me emocionar e me envolver no projeto político de Deus. Sou cidadão do Reino de Deus, chamado com todos os outros cidadãos do Reino a avançar o Governo de Deus no mundo, através de orações, testemunhos, ações, etc.

Cristianismo Hoje: Fale sobre sua trajetória religiosa. Quando o senhor tornou-se evangélico? Sua formação profissional e acadêmica? A qual igreja está ligado atualmente? No seu auto-exílio, como o senhor tem praticado a sua fé?

Julio Severo: Fui a uma igreja evangélica pela primeira vez com minha mãe, que atuava na umbanda. Ela encontrou Jesus numa igreja batista renovada. Meu encontro pessoal só ocorreu anos mais tarde, em 1981, quando senti Jesus me enchendo com seu Espírito Santo, depois de um período de busca angustiada e sede espiritual. A partir daquele dia, mudei. Comecei a ler a Bíblia com gosto, a orar, a buscar mais a Deus. Lembro-me de que, mesmo freqüentando os cultos e Escola Dominical pontualmente, eu gostava de colecionar gibis de terror e assistir a filmes de terror. Depois de experimentar a plenitude do Espírito Santo em mim, com 16 anos de idade, olhei para os gibis de terror e pensei: Que graça tem isso? Perdi todo gosto por programas de terror. Joguei tudo fora. Meus gostos mudaram. Reconheço que essa mudança veio de fora de mim. A presença do Espírito veio com paz e novas coisas para mim. Joguei o vinho velho fora e fiquei com o novo.

Além de “O Movimento Homossexual”, sou autor do livro Orações Proféticas, publicado pela Editora Propósito Eterno em 2007. Sou também responsável pelo Blog Julio Severowww.juliosevero.com —, em língua portuguesa; pelo Blog Last Days Watchman www.lastdayswatchman.blogspot.com — , em língua inglesa e pelo Blog Escola em Casawww.escolaemcasa.blogspot.com — , voltado para questões educacionais e defendendo o direito prioritário dos pais em decisões de educação e saúde de seus filhos.

No meu exílio estou freqüentando uma humilde igreja evangélica, com um pastor e membros muito humildes.

Estou aproveitando meu exílio, como Martinho Lutero no Castelo de Wartburgo, para escrever o que Deus tem posto no meu coração.

Cristianismo Hoje: Em seu blog, o senhor fez uma relação de líderes evangélicos que apoiaram ou apoiam o governo Lula como forma de denunciar os conchavos interesseiros de lideres que manipulam o povo. Quem são estes líderes? Quais as suas intenções? E qual foi a sua intenção ao fazer essa denúncia?

Julio Severo: A lista é tão grande que não dá para citar aqui. Desde líderes tradicionais como Guilherminho Cunha e Nilson Fanini até líderes menos tradicionais como a turma do Edir Macedo e outros. Todos querendo usar Lula para seus próprios fins, para favorecer suas concessões de rádio, TV e outros interesses. A grande tragédia é que assim como eles usaram Lula, Lula também os usou.

É triste constatar que famosos pastores e outros líderes com forte presença política conhecem os graves problemas do Brasil, mas não assumem uma postura profética de ação e denúncia porque querem aproveitar suas ligações e alianças políticas para avançar suas ambições pessoais, ministeriais ou denominacionais.

Como eles conseguirão denunciar profeticamente a promoção do aborto e do homossexualismo na sociedade brasileira sabendo que o principal responsável por tal promoção é o “ungido” que eles escolheram para a presidência do Brasil? A maioria dos líderes evangélicos do Brasil tem grande responsabilidade por tudo o que está acontecendo na sociedade brasileira e um dia darão contas a Deus por terem trocado a fidelidade a Deus por ambições e dinheiro.

O apoio deles a Lula foi público, de modo que minha exposição do nome deles no meu blog nada mais faz do que tornar público o que já é público. É para que ninguém se esqueça e possa orar por eles e perceber que em questões políticas, os conselhos deles são inconfiáveis.

Apesar de tudo, amo em Cristo cada um desses líderes e já tive oportunidade de conversar pessoalmente com alguns deles, incentivando-os a se arrepender de sua ligação com Lula. Há sempre espaço para a graça de Deus quando os corações se quebrantam e mudam o curso de suas ações.

Cristianismo Hoje: O senhor costuma associar o avanço da militância homossexual à ideologia esquerdista e denuncia uma suposta simpatia do governo Lula à causa da homossexualidade. Na sua opinião, a aprovação do PL 122/2006 é uma bandeira do atual governo? Qual seria a intenção do governo em favorecer o segmento?

Julio Severo: Quem diz que apóia a agenda gay é o próprio presidente Lula, que declarou recentemente: “Alguns setores atrasados e ao mesmo tempo hipócritas — já propus a criação do Dia de Combate à Hipocrisia — têm criticado nosso governo por apoiar iniciativas que criminalizam PALAVRAS e atos ofensivos à homossexualidade. Isso não tem importância. Continuarei — com o apoio de todo o Governo — a manter essa atitude.” No início de seu governo, em 2003, a equipe diplomática de Lula apresentou na ONU resolução pioneira classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Semelhante resolução do governo Lula foi apresentada na Organização dos Estados Americanos. No Brasil, há o programa federal “Brasil Sem Homofobia”, para impor a doutrinação homossexual à população, pois conforme divulgou instituição de pesquisa ligada ao PT, 99% da população do Brasil não aceita o homossexualismo. E quem é que pode esquecer que Lula declarou que a oposição ao homossexualismo é uma “doença perversa”, convertendo assim a vasta maioria dos brasileiros em “doentes”? Quando um povo não vê a doença moral do seu próprio presidente, o doente é que acabará acusando os sãos de serem doentes!

Além disso, seu governo patentemente esquerdista é ávido promotor do aborto, tanto no Brasil quanto na ONU. Temos um governo satanicamente pagão, que imita perfeitamente o culto idolátrico de Baal, cujos sacerdotes eram homossexuais e cujas oferendas a Baal incluíam o sacrifício de bebês. Lula em nada difere deles. Ele é o rei Acabe do Brasil. O que faz Lula apoiar tanto o homossexualismo? O mesmo que fazia o rei Acabe do antigo Israel apoiar o homossexualismo inerente ao culto de Baal. Quanto ainda falta para classificarmos Lula e seu governo como possessos?

Dou todo o meu apoio à criação do Dia de Combate à Hipocrisia. Lula merece. O Brasil precisa urgentemente de um dia nacional para combater a hipocrisia do presidente e sua ideologia.

Se um governo estrangeiro estivesse fazendo contra o Brasil apenas 10% dos crimes que o governo Lula vem cometendo — como obrigar crianças inocentes a receber doutrinação imoral e pró-homossexualismo nas escolas, com distribuição de cartilhas pornográficas e camisinhas para crianças de 10 anos! —, seria caso de declarar guerra. Se um estranho da rua fizesse isso, seria caso de polícia. Por que Lula e seu governo imoral deveriam escapar impunes? Por que eles mereceriam ser poupados? O fato de que até agora ele não foi submetido a um justo impeachment mostra que os políticos e outros líderes do Brasil não são sérios.

Décadas atrás, quando o Brasil era muito mais católico e conservador do que hoje, Lula seria muito merecidamente enxotado aos pontapés da presidência do Brasil. Hoje, é ele quem está enxotando aos pontapés a moralidade e a honestidade do governo e da sociedade.

Cristianismo Hoje: Em alguns de seus artigos em seu blog, o senhor menciona uma suposta imposição da mídia, no sentido de que a homossexualidade seja aceita e entendida como comportamento normal. Pode citar alguns episódios em que isso tenha acontecido?

Julio Severo: A doutrinação homossexual da mídia e notória e descarada, onde homossexuais são falsamente retratados como anjos inocentes e os não homossexuais como desequilibrados e desajustados. Nas novelas, os “casais” homossexuais são os grandes exemplos de paz e harmonia, enquanto que o casamento normal é apresentado como palco de conflitos, ódio, inveja, traição, etc. Quem não se lembra da novela Duas Caras, escrita pelo homossexual Aguinaldo Silva, militante de esquerda? Sua novela literalmente pinta os evangélicos como loucos e violentos e os homossexuais promíscuos como símbolos de gentileza, educação e “santidade” politicamente correta.

Cristianismo Hoje: Há algum tempo, o senhor teve um forte embate com um líder evangélico famoso por ter mencionado que seu filho seria homossexual. Esse conflito foi amplamente divulgado na internet, levando aquele pastor inclusive a querer tirar a história a limpo fisicamente. Por que o senhor tomou aquela atitude e como está sua relação com aquele líder neste momento?

Julio Severo: Aquele líder, por sua própria confissão, não se considera mais evangélico. Hoje ele se vê como o grande denunciador dos “problemas” dos líderes evangélicos. Mas onde não há problemas? O que ele quer é desviar a atenção do público dos seus graves problemas pessoais, se justificando em cima dos escândalos dos outros. Não achei justo que alguém que se considera julgador e avaliador dos problemas evangélicos não tivesse tempo de cuidar do próprio filho, que estava “casado” com um pastor gay. Aliás, o filho dele chegou a estudar para ser pastor de uma igreja gay. O que a Bíblia diz? Aquele que quer tirar o cisco do olho dos outros primeiro deve tirar o pedaço de pau do próprio olho. Esse líder, envolto no pecado de ter destruído seu próprio casamento, agora quer se justificar em cima de todo e qualquer erro de toda a liderança evangélica. Presumo que ele deve estar muito contente, pois se a liderança evangélica hoje está obscenamente ligada ao governo Lula, foi porque ele mesmo ajudou. Ele próprio já confessou que trabalhou durante anos para aproximar Lula dos evangélicos e os evangélicos de Lula. Assim, além de ser culpado de adultério em sua vida familiar passada, ele também é culpado de levar a maioria dos líderes evangélicos do Brasil a um relacionamento de adultério político com Lula e a esquerda.

Nunca pensei em lidar com os problemas morais desse homem, porém a exposição do caso foi inevitável. Tudo começou quando alguém me mandou um email contendo declarações dele sobre homossexualidade. Em resposta, mencionei muito brevemente algum problema sério dele. O destinatário enviou minha resposta à sua própria lista, onde alguém remeteu ao ex-evangélico, que explodiu, escrevendo-me uma resposta grosseira e desafiando-me a postá-la no meu blog. Fiz isso.

Cristianismo Hoje: O PL 122/2006 tem sido combatido de maneira intensa por muitos setores evangélicos, que identificam no seu conteúdo uma ameaça à liberdade religiosa no país. Contudo, o Artigo 5º da Constituição Federal assegura ampla liberdade de crença e direitos individuais de opinião, inclusive na forma de cláusulas pétreas. Não tem havido muitos exageros nesta questão?

Julio Severo: A perseguição aos cristãos alcançou a Alemanha e a Rússia no passado porque os cristãos não souberam reconhecer que, por trás das mentiras e fachada, o nazismo e o comunismo são ideologias destrutivas. É sempre assim: o sistema de perseguição entra na sociedade em roupagem elegante, como eram elegantes o nazismo e o comunismo. Depois da lua de mel, vem o poço do abismo. O PLC 122 é um projeto que nem elegante é e que mal consegue disfarçar suas más intenções. É um projeto ridículo para satisfazer a má intenção de políticos ridículos. Não perceber suas ameaças é normal para mentes desatentas, assim como foi normal mentes desatentas na Alemanha não perceberem os perigos do nazismo.

Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado em 1998, muitos o acharam exagerado e disseram que suas previsões nunca ocorreriam. Infelizmente, acabaram ocorrendo. E quem leu, hoje me chama de profeta. O exagerado de ontem é o profeta de hoje. O “exagerado” de hoje será o que amanhã?

A ameaça do PLC 122 não é vista somente por evangélicos. Muitos sabem que levantei um alerta nacional em fevereiro de 2007 contra esse projeto de lei. Depois, veio a enorme repercussão, tornando o PLC 122 famoso entre os evangélicos. O que poucos sabem é que os católicos estão igualmente preocupados. Em fevereiro de 2007, um líder católico me telefonou pedindo minha ajuda para alertar o Brasil contra esse projeto. Tudo o que ele queria era uma mensagem minha, assinada por mim, que seria amplamente divulgada por uma grande equipe católica. Através dessa aliança entre um evangélico e católicos, o alerta tocou o Brasil inteiro.

Cristianismo Hoje: Além, evidentemente, dos militantes gays e das entidades de defesa dos homossexuais, a quais outros setores interessaria a aprovação daquele projeto?

Julio Severo: Ao governo. Essencialmente, leis anti-“homofobia” e outras leis de favorecimentos a minorias fomentam a luta de classes, enfraquecendo os grupos sociais e fortalecendo o poderio estatal. O Estado moderno de orientação socialista estabelece e apóia mecanismos políticos, sociais e culturais para fragmentar todas as formas de poder (família, igreja, etc.) a fim de instituir como resultado final apenas uma forma de poder central: o Estado. Esse Estado, com sua ânsia e voracidade de poder, é de longe a maior ameaça à sociedade.

Vivemos o trágico cumprimento das “profecias” orwellianas, onde o termo “direitos” vem sendo modificado e adulterado para significar outras coisas. “Direitos” agora quer dizer concessões estatais que escondem imposições e a escravidão do Estado sobre as pessoas.

Todas as palavras agradáveis que conhecemos (democracia, liberdade, direitos individuais, liberdade de expressão, etc.) estão sendo desfiguradas de seu sentido original para se adequarem a propósitos estatais de controle e manipulação das massas. Na aparência, o Estado está apenas sendo muito “bonzinho” e “justo” ao oferecer — gratuitamente e de bandeja — mais direitos para a população. Mas esses novos direitos são nada menos do que iscas para capturar o coração dos cidadãos. Depois da captura, o Estado sai fortalecido à custa da verdadeira liberdade civil e da integridade das famílias.

Nesse sentido, a consagração política e legal do “casamento” homossexual e da ideologia de gênero, com o conseqüente extermínio do padrão sexual normal homem/mulher e da família natural, atende perfeitamente aos interesses dos grupos feministas, abortistas, humanistas, socialistas, homossexualistas, ateístas, etc. Não é à toa que o Estado brasileiro sustente, com muitos impostos, uma infinidade de ONGs que nenhuma utilidade social têm, a não ser ecoar os próprios interesses e aspirações do Estado socialista.

Cristianismo Hoje: Quais são seus próximos planos na esfera pessoal e profissional?

Julio Severo: Continuar orando e atuando para que o nome de Jesus Cristo seja glorificado e para que o Reino de Deus avance no Brasil e no mundo.